domingo, 20 de janeiro de 2013

NOTA DE FALECIMENTO

E com pesar que a Cúria da Província Santa Rita de Cássia - Ordem dos Agostinianos Recoletos - comunica o falecimento de Frei Cândido Braz Cintra, ocorrido na cidade de Ribeirão Preto, estado de São Paulo, neste domingo, dia 20 de janeiro de 2013.
 
A Missa de corpo presente será no dia 21 de janeiro de 2013, segunda-feira, na cidade de Ribeirão Preto, às 11:00 horas, na Igreja de São José, (sede da Cúria Provincial).
 
A Paróquia Nossa Senhora da Consolação solidariza-se à toda Ordem dos Agostinianos Recoletos e solicita ao bom Deus que acolha Frei Cândido e que este descanse em paz!
 
Fonte: Blog Oficial da Província Santa Rita de Cássia

REFLEXÃO PARA O 2º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Cidade do Vaticano (RV) - O Senhor restaura Jerusalém e faz surgir nela a justiça. Toma-a como sua esposa. Ele é o esposo apaixonado por ela e ao dar-lhe um nome novo ela se torna importante em meio a todos ao povos. Sua ação a faz Povo de Deus.

No Evangelho, João descreve o início dos sinais de Jesus realizados em uma festa de casamento. O casamento celebra a doação, a entrega recíproca de duas pessoas, para sempre.

Do mesmo modo dá-se a entrega de Jesus pela Igreja, sua esposa e, como tal, é o que se espera dela, que seja fiel e honre o amor recebido. Essa cerimônia é realizada três dias depois do encontro de Jesus com seus discípulos, o que nos recorda a ressurreição de Jesus três dias após sua entrega redentora por sua esposa, a Igreja.

A presença de Maria é citada fora do grupo dos discípulos de Jesus e o Senhor a chama de mulher. João quer dizer que Maria estava na festa, mas representava a Humanidade, os filhos de Eva que aguardavam a chegada do Esposo, Jesus. Na sala estão seis talhas de pedra para a purificação ritual. Ora, essa informação nos fala da imperfeição da purificação antiga. São seis e não sete, que, na simbologia bíblica representa o número perfeito, e fala também da abundância de água, que se tornará abundância de vinho.

A presença do Mestre plenifica a purificação, pois ela se dará com seu sangue, sinalizado pela abundância de vinho. Do mesmo modo a excelência do vinho novo, advindo pós ação de Jesus. Finalmente vejamos os diálogos. Jesus diz que sua hora ainda não chegou. Ele se refere à hora em que redimirá a Humanidade, com sua paixão. Maria diz: “Fazei tudo o que ele vos disser!” É a Humanidade convertida que aceita obedecer a Deus, reconhece-o como Senhor, diferentemente do filhos de Eva.

Portanto, João quer nos dizer que nessa cena de casamento foram realizadas, prefiguradamente, as núpcias entre Cristo e a Humanidade. A profecia de Isaías se realiza. O Senhor torna a Humanidade sua predileta, a desposa na cruz e lhe dá um nome novo: Meu Povo!

A liturgia de hoje nos diz que o amor de Jesus por nós é radical e seu amor é comparado ao de um esposo que ama tanto a ponto de dar a vida por sua amada. Sejamos fiéis ao nosso batismo. Nele demos nosso sim ao Senhor e a aliança que foi selada com seu sangue redentor. Vivamos o amor e aguardemos o dia feliz das núpcias eternas!
 
Fonte: Site da Rádio Vaticano

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

PAPA LANÇA TWITTER EM LATIM

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa lançou no Twitter a versão em latim. Trata-se da nona língua, após o inglês, espanhol, italiano, francês, alemão, português, polonês e árabe.
Bento XVI assim define seu Twitter em latim: “Pagina Publica breviloquentis”. No seu primeiro tweet de boas-vindas escreve: “Tuus adventus in paginam publicam Summi Pontificis Benedicti XVI breviloquentis optatissimus est”, isto é, “O teu acesso na página Twitter oficial do Sumo Pontífice Bento XVI é muito bem vindo”.

O Papa já superou 2 milhões de seguidores no Twitter. (JE)

Fonte Site da Rádio Vatican

sábado, 12 de janeiro de 2013

REFLEXÃO PARA FESTA DO BATISMO DO SENHOR

Cidade do Vaticano (RV) - Na noite de Natal, os anjos cantaram aos pastores “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado”. Essa paz auspiciada pelos anjos é transmitida pela pessoa de Jesus, o Príncipe da Paz, apresentado no Evangelho de hoje como o “Filho muito amado do Pai, em quem Ele pôs todo seu bem agrado”.

Na primeira leitura, ao ouvirmos falar sobre o Servo de Javé, poderemos identificá-lo com Jesus Cristo, como o fizeram os primeiros cristãos.

O misterioso Servo de Javé do Livro de Isaías, pessoa nobre que lutara pela libertação dos homens, sem clamar nem levantar a voz, sem quebrar uma cana rachada nem apagar um pavio que ainda fumega, ouviu do Senhor o seguinte: “Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão; eu te formei e te constituí como centro da aliança do povo, luz das nações”. Ora, esse Servo é homem da paz, não domina, não destrói, não desanima, 500 anos antes já revelava o perfil de Jesus, nosso Redentor.

O Evangelho do Batismo de Jesus, extraído de Lucas, nos diz que Jesus rezava quando o Espírito Santo desceu sobre ele. O Espírito Santo é a resposta de Deus à oração de Jesus. O próprio Senhor, mais adiante irá ensinar que o Pai dá o Espírito àqueles que o pedirem.

Por que Jesus rezava? Certamente para saber do Pai o que é de seu agrado, para lhe ser fiel. Também nós precisamos da oração para realizarmos a missão que o Senhor nos deu, para sermos imagem do” Filho muito amado em quem o Pai pôs todo seu agrado”.

A segunda leitura, extraída do Atos dos Apóstolos, nos fala “como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando todos os que estavam dominados pelo demônio, porque Deus estava com ele”.

Eis nossa missão: andar por toda a parte, fazendo o bem e curando os que estão dominados pelo pecado. Como fazer o bem e curar os dominados pelo pecado? Certamente sendo promotores da justiça, fazendo o bem e libertando todos do jugo do egoísmo e trocando-o pela humildade e serviço; libertando do jugo do prazer e oferecendo a solidariedade; libertando do jugo da idolatria, seja ela qual for, e substituindo-a pelo Amor.
Fonte: Site da Rádio Vaticano

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA O DIA MUNDIAL DO ENFERMO

Cidade do Vaticano (RV) – A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou na manhã desta terça-feira, 8, a mensagem de Bento XVI para o XXI Dia Mundial do Enfermo, que é celebrado em 11 de fevereiro, memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes.

“Nesta circunstância, sinto-me particularmente unido a cada um de vós, amados doentes, que, nos locais de
assistência e tratamento ou mesmo em casa, viveis um tempo difícil de provação por causa da doença e do sofrimento”, escreve o Pontífice.

Este ano, o Dia Mundial do Enfermo será celebrado de forma solene no Santuário mariano de Altötting, no sul da Alemanha, com o tema “Vai e faz tu também o mesmo”, extraído da parábola do Bom Samaritano narrada por São Lucas.

Com essas palavras, o “Senhor indica qual é a atitude que cada um dos seus discípulos deve ter para com os outros, particularmente se necessitados de cuidados. Trata-se, de auferir do amor infinito de Deus a força para viver diariamente uma solicitude concreta, como o Bom Samaritano, por quem está ferido no corpo e no espírito, por quem pede ajuda, ainda que desconhecido e sem recursos”.

Bento XVI cita ainda o Ano da fé, que “constitui uma ocasião propícia para se intensificar o serviço da caridade nas nossas comunidades eclesiais, de modo que cada um seja bom samaritano para o outro, para quem vive ao nosso lado”.

Por fim, o Pontífice dirige um pensamento de gratidão e de encorajamento às instituições sanitárias católicas e à própria sociedade civil, às dioceses, às comunidades cristãs, às famílias religiosas comprometidas na pastoral sanitária, às associações dos operadores sanitários e do voluntariado.

Leia a íntegra da Mensagem do Papa:

«Vai e faz tu também o mesmo» (Lc 10, 37)

Amados irmãos e irmãs!

1. No dia 11 de Fevereiro de 2013, memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes, celebrar-se-á de forma solene, no Santuário mariano de Altötting, o XXI Dia Mundial do Doente. Este dia constitui, para os doentes, os operadores sanitários, os fiéis cristãos e todas as pessoas de boa vontade, «um momento forte de oração, de partilha, de oferta do sofrimento pelo bem da Igreja e de apelo dirigido a todos para reconhecerem na face do irmão enfermo a Santa Face de Cristo que, sofrendo, morrendo e ressuscitando, operou a salvação da humanidade» (João Paulo II, Carta de instituição do Dia Mundial do Doente, 13 de Maio de 1992, 3). Nesta circunstância, sinto-me particularmente unido a cada um de vós, amados doentes, que, nos locais de assistência e tratamento ou mesmo em casa, viveis um tempo difícil de provação por causa da doença e do sofrimento. Que cheguem a todos estas palavras tranquilizadoras dos Padres do Concílio Ecuménico Vaticano II: «Sabei que não estais (…) abandonados, nem sois inúteis: vós sois chamados por Cristo, a sua imagem viva e transparente» (Mensagem aos pobres, aos doentes e a todos os que sofrem).

2. Para vos acompanhar na peregrinação espiritual que nos leva de Lourdes, lugar e símbolo de esperança e de graça, ao Santuário de Altötting, desejo propor à vossa reflexão a figura emblemática do Bom Samaritano (cf. Lc 10, 25-37). A parábola evangélica narrada por São Lucas faz parte duma série de imagens e narrações tomadas da vida diária, pelas quais Jesus quer fazer compreender o amor profundo de Deus por cada ser humano, especialmente quando se encontra na doença e no sofrimento. Ao mesmo tempo, porém, com as palavras finais da parábola do Bom Samaritano – «Vai e faz tu também o mesmo» (Lc 10, 37) –, o Senhor indica qual é a atitude que cada um dos seus discípulos deve ter para com os outros, particularmente se necessitados de cuidados. Trata-se, por conseguinte, de auferir do amor infinito de Deus, através de um intenso relacionamento com Ele na oração, a força para viver diariamente uma solicitude concreta, como o Bom Samaritano, por quem está ferido no corpo e no espírito, por quem pede ajuda, ainda que desconhecido e sem recursos. Isto vale não só para os agentes pastorais e sanitários, mas para todos, incluindo o próprio enfermo, que pode viver a sua condição numa perspectiva de fé: «Não é o evitar o sofrimento, a fuga diante da dor que cura o homem, mas a capacidade de aceitar a tribulação e nela amadurecer, de encontrar o seu sentido através da união com Cristo, que sofreu com infinito amor» (Enc. Spe salvi, 37).

3. Diversos Padres da Igreja viram, na figura do Bom Samaritano, o próprio Jesus e, no homem que caiu nas mãos dos salteadores, Adão, a humanidade extraviada e ferida pelo seu pecado (cf. Orígenes, Homilia sobre o Evangelho de Lucas XXXIV, 1-9; Ambrósio, Comentário ao Evangelho de São Lucas, 71-84; Agostinho, Sermão 171). Jesus é o Filho de Deus, Aquele que torna presente o amor do Pai: amor fiel, eterno, sem barreiras nem fronteiras; mas é também Aquele que «Se despoja» da sua «veste divina», que baixa da sua «condição» divina para assumir forma humana (cf. Flp 2, 6-8) e aproximar-Se do sofrimento do homem até ao ponto de descer à mansão dos mortos, como dizemos no Credo, levando esperança e luz. Ele não Se vale da sua igualdade com Deus, do seu ser Deus (cf. Flp 2, 6), mas inclina-Se, cheio de misericórdia, sobre o abismo do sofrimento humano, para nele derramar o óleo da consolação e o vinho da esperança.

4. O Ano da fé, que estamos a viver, constitui uma ocasião propícia para se intensificar o serviço da caridade nas nossas comunidades eclesiais, de modo que cada um seja bom samaritano para o outro, para quem vive ao nosso lado. A propósito, desejo recordar algumas figuras, dentre as inúmeras na história da Igreja, que ajudaram as pessoas doentes a valorizar o sofrimento no plano humano e espiritual, para que sirvam de exemplo e estímulo. Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face, «perita da scientia amoris» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 42), soube viver «em profunda união com a Paixão de Jesus» a doença que a levou «à morte através de grandes sofrimentos» (Audiência Geral, 6 de Abril de 2011). O Venerável Luís Novarese, de quem muitos conservam ainda hoje viva a memória, no exercício do seu ministério sentiu de modo particular a importância da oração pelos e com os doentes e atribulados, que acompanhava frequentemente aos santuários marianos, especialmente à gruta de Lourdes. Movido pela caridade para com o próximo, Raul Follereau dedicou a sua vida ao cuidado das pessoas leprosas mesmo nos cantos mais remotos da terra, promovendo entre outras coisas o Dia Mundial contra a Lepra. A Beata Teresa de Calcutá começava sempre o seu dia encontrando Jesus na Eucaristia e depois saía pelas estradas com o rosário na mão para encontrar e servir o Senhor presente nos enfermos, especialmente naqueles que não são «queridos, nem amados, nem assistidos». Santa Ana Schäffer, de Mindelstetten, soube, também ela, unir de modo exemplar os seus sofrimentos aos de Cristo: «o seu quarto de enferma transformou-se numa cela conventual, e o seu sofrimento em serviço missionário. (...) Fortalecida pela comunhão diária, tornou-se uma intercessora incansável através da oração e um espelho do amor de Deus para as numerosas pessoas que procuravam conselho» (Homilia de canonização, 21 de Outubro de 2012). No Evangelho, sobressai a figura da Bem-aventurada Virgem Maria, que segue o sofrimento do Filho até ao sacrifício supremo no Gólgota. Ela não perde jamais a esperança na vitória de Deus sobre o mal, o sofrimento e a morte, e sabe acolher, com o mesmo abraço de fé e de amor, o Filho de Deus nascido na gruta de Belém e morto na cruz. A sua confiança firme no poder de Deus é iluminada pela Ressurreição de Cristo, que dá esperança a quem se encontra no sofrimento e renova a certeza da proximidade e consolação do Senhor.

5. Por fim, quero dirigir um pensamento de viva gratidão e de encorajamento às instituições sanitárias católicas e à própria sociedade civil, às dioceses, às comunidades cristãs, às famílias religiosas comprometidas na pastoral sanitária, às associações dos operadores sanitários e do voluntariado. Possa crescer em todos a consciência de que, «ao aceitar amorosa e generosamente toda a vida humana, sobretudo se frágil e doente, a Igreja vive hoje um momento fundamental da sua missão» (João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Christifideles laici, 38).

Confio este XXI Dia Mundial do Doente à intercessão da Santíssima Virgem Maria das Graças venerada em Altötting, para que acompanhe sempre a humanidade que sofre, à procura de alívio e de esperança firme, e ajude todos quantos estão envolvidos no apostolado da misericórdia a tornar-se bons samaritanos para os seus irmãos e irmãs provados pela enfermidade e o sofrimento, enquanto de bom grado concedo a Bênção Apostólica.

Vaticano, 2 de Janeiro de 2013.
[Benedictus PP. XVI]

 
Fonte: Site da Rádio Vaticano

ASSEMBLEIA PROVINCIAL (1º DIA)

Ontem, dia 07 de janeiro de 2013, segunda-feira, iniciou-se no Seminário Nossa Senhora Aparecida - Capelinha, na cidade de Franca (SP) a Assembleia Provincial com os frades agostinianos recoletos da Província de Santa Rita de Cássia.

Este ano o tema refletido é: "Aprofundamento sobre a vida religiosa à luz do Concílio Vaticano II e da Exortação Sinodal Vita Consecrata sobre a vida religiosa" e, tendo com assessor o Frei Luis Carlos Susin - OFMcap.
Contamos com as orações de todos para que essa assembleia dê muitos frutos e que eles permaneçam.


Fonte: Blog da Província Santa Rita de Cássia

domingo, 6 de janeiro de 2013

REFLEXÃO PARA SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR

Cidade do Vaticano (RV) - Isaías anuncia a manifestação da glória do Senhor sobre Jerusalém e a consequente vinda para ela dos outros povos, para também serem iluminados pela luz divina. Jerusalém é o centro, atrai para si a atenção dos povos, mas ao mesmo tempo vive a vocação de iluminá-los, de conduzi-los ao Senhor.

Paulo nos fala que essa glória do Senhor é o mistério de Jesus Cristo, ou seja, a glória do Senhor que ilumina Jerusalém e atrai para ela os demais povos, é Jesus Cristo com sua salvação. Através dele todos os povos “são admitidos à mesma herança, são membros do mesmo corpo, são associados à mesma promessa”.

O Evangelho de Mateus explicita essa atração dos povos pela luz que ilumina Jerusalém, através da vinda dos magos, conduzidos pela luz de uma estrela que irá pairar sobre a casa onde se abriga Jesus, a misericórdia, a salvação, a própria luz!

Contudo os doutores da Lei, aqueles que deveriam possibilitar a Luz iluminar, lendo e anunciando os escritos dos profetas, especialmente aquele que diz que será em Belém o nascimento do Messias, do Salvador, não querem ser incomodados pela luz e preferem permanecer na escuridão. Pouco lhes importa que a missão do Messias seja unir o povo de Deus e iluminar as nações.

Os magos, fascinados pelo clarão apreendido no estudos dos astros e da natureza, já que não possuem as profecias, intuem e tem conhecimento do nascimento do Salvador e sabem que é naquela região.

Ao visitarem o Messias, lhe ofertam ouro, incenso e mirra. Ouro, ao rei; mirra, o óleo com o qual esposa se perfuma para suas núpcias, sinaliza que o Senhor é o esposo; e incenso, ao Deus encarnado.
Discernindo a reação do rei Herodes, os magos não retornam a ele após a visita ao Senhor. 

Para nós, batizados, que temos o conhecimento da vinda do Messias, que a celebramos a cada ano no Natal, como é nossa postura em relação às exigências da revelação? Somos seus anunciadores a todos os homens? Aceitamos que o Senhor se revela a todos e de modo diverso, de acordo com a cultura e possibilidades de cada um?


Cremos que a Igreja é a nova Jerusalém, de onde brilha a Luz do Sol verdadeiro, Jesus Cristo, e para ela se dirigem todos os povos, todos o homens de boa vontade?

Também, como os Magos, desviamos nossa caminhada daquelas pessoas ou situações que nos afastam de Deus, que optaram pelo Mal? Que preferem o acomodamento à prática do bem?

Ser cristão é acreditar que a vinda de Jesus Cristo trouxe para a Humanidade a união definitiva de Deus com o Homem e que todos os homens são chamados a viver essa união e que a Igreja tem a missão de ser farol, porque nela está a Luz verdadeira.

Epifania, - manifestação da misericórdia de Deus a todos os homens,- façam já parte da Igreja ou ainda não.

Pe. Cesar Augusto dos Santos, S.J.


 
Fonte: Site da Rádio Vaticano

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

ESCOLA DE TEOLOGIA PASTORAL "SANTO AGOSTINHO"

Encontram-se abertas na Secretaria Paroquial as inscrições para Escola de Teologia Pastoral "Santo Agostinho".

Você que deseja aprofundar mais sobre a doutrina de sua fé, o momento é este. Venha estudar conosco e apaixonar-se ainda mais pela Igreja Católica, Apostólica, Romana.

Início das aulas no dia 18 de fevereiro de 2013 (segunda-feira).

Maiores informações na Secretaria Paroquial ou pelo telefone: (28) 3522-6607.

ATENÇÃO JOVENS DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO


Como é de conhecimento nos dias 22 à 28 de julho deste ano, acontecerá na Cidade do Rio de Janeiro, a Jornada Mundial da Juventude com a presença e participação do Santo Padre Bento XVI e você não pode perder esse grandioso evento.

Portanto, inscreva-se!

Maiores informações na Secretaria Paroquial ou pelo telefone: (28) 3522-6607 (falar com Dalvana ou Marta).

RETIRO DA ORDEM DOS AGOSTINIANOS RECOLETOS

No período de 07 a 12 de janeiro de 2013 os frades da Ordem dos Agostinianos Recoletos - Província Santa Rita de Cássia - estarão reunidos para o retiro anual, portanto nesse período no Santuário de Nossa Senhora da Consolação não haverá Celebração Eucarística nos horários de costume: 06h30min e às 19:00 horas.

Nesse período somente haverá Celebração da Palavra de Deus no horário das 19:00 horas, não havendo qualquer celebração no horário da manhã.

Rezemos pelos frades da Ordem dos Agostinianos Recoletos para que o retiro seja proveitoso.

AGENDA 2013


Ano Novo, compromissos novos!

Caso ainda não tenha adquirido sua Agenda 2013, adquirar-a na Secretaria Paroquial.

Agenda comemorativa aos 100 (cem) anos da Ordem dos Agostinianos Recoletos.

O valor da agenda é de R$ 20,00 (vinte reais), esse valor ajudará na formação dos seminaristas da Ordem, bem como nas vocações sacerdotais e religiosas.

Maiores informações pelo telefone (28)3522-6607 (falar com Dalvana ou Marta)

E feliz 2013!

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

RELEXÃO PARA SOLENIDADE DE SANTA MARIA, MÃE DE DEUS

Cidade do Vaticano (RV) - Hoje tem início o ano civil. O ano litúrgico começou, faz um mês, com o início do Advento.

Para nós hoje, oitava do Natal, é celebrado o nome Jesus dado ao pequeno recém nascido, mas sobretudo é a solenidade de Maria, sua mãe, como Mãe de Deus.

O nome de Jesus significa Deus Salva e ele é o Príncipe da Paz. Por isso hoje é também comemorado o Dia Mundial da Paz!

Portanto iniciamos o Ano civil com a solenidade da maternidade divina , quando Maria dá à Humanidade aquele que é a bênção do Pai, a própria paz, Jesus Cristo!

A leitura do Livro dos Números, colocada nesta celebração, nos fala da bênção, do voto, do desejo de que a força de Deus venha sobre as pessoas que a recebem, para que saibam enfrentar os desafios que terão no ano que se inicia. E como é pronunciada sobre a pessoa, em nome de Deus, é certo que isso acontecerá, não por magia, mas pela força da vontade do próprio Deus. A fé em Deus, de saber-se amado por Ele, é importantíssima nesse momento.

Evidentemente será também necessário nossa colaboração, nossa abertura a esse dom. Se pedimos a paz, é fundamental que mudemos nosso coração e deixemos de lado a inveja, a cobiça, a maledicência. A paz só virá para um coração desprendido e ele será, onde estiver, artífice da paz.

Por sua vez a Carta aos Gálatas nos diz que Deus é nosso Pai. Se somos seus filhos, somos irmãos de Jesus e de todos os homens, pois partilhamos do mesmo Espírito. Ora isso reforça nosso compromisso em lutar para que haja paz nos corações e no mundo. Deus é nosso Pai! E isso nos compromete a vivermos como filhos. Sejamos realmente filhos do Pai e rezemos a oração que Jesus, que se fez nosso irmão, e é o Príncipe da Paz, nos ensinou: “Pai... perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

Sejamos discípulos do Senhor! O Senhor nos interpela no Evangelho dizendo-nos que a salvação e a paz são frutos da humildade, da simplicidade de vida. Os pastores não se questionaram sobre o que viram no presépio, mas imediatamente foram viver a missão de anunciar o nascimento de Jesus e o fizeram cheios de alegria. 

Simultaneamente o evangelista registra que Nossa Senhora “guardava todos esses fatos e meditava sobre eles em seu coração”. Maria tem a atitude de não se restringir a um único fato, mas procura a visão global e dela tira mensagem para sua vida. Ela é contemplativa, alimenta-se da ação de Deus no mundo, nas pessoas, nos fatos. Seu sim a inundou com a paz, com a segurança do amor de Deus. Ela é a Rainha da Paz, a Mãe do Príncipe da Paz, a Mãe de Deus!

No início deste ano digamos também nós nosso sim a Deus, fazendo-nos dóceis às sugestões do Espírito, e a exemplo de Maria deixemos que se realize em nós a vontade do Senhor.
 
Fonte: Site da Rádio Vaticano