terça-feira, 9 de junho de 2015

PARABÉNS DOM DARIO CAMPOS!

O calendário da Província Santa Rita de Cássia da Ordem dos Agostinianos Recoletos neste dia, 9 de junho de 2015, recorda o 67º aniversário natalício de Dom Frei Dario Campos, O.F.M. e a Paróquia Nossa Senhora da Consolação congratula-se com o seu Pastor e roga a Deus que o cumule de ricas bênçãos de saúde e sabedoria.

Dom Frei Dario Campos, O.F.M., atualmente, serve a Igreja como bispo diocesano de Cachoeiro de Itapemirim.

TELEFONES DA SECRETARIA PAROQUIAL

Atenção nova mudança nos números de telefone da Secretaria Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Consolação, anote!

28 3522-6607 (telefone fixo)

28 99978-1646 (telefone celular)

MISSA COM OS JOVENS

No primeiro domingo de cada mês acontece na Igreja/Matriz de Nossa Senhora da Consolação, na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, a "Missa Jovem" (missa com a participação dos jovens), às 19h, a fim de manter a juventude conectada em Deus, através de sua Palavra e na Eucaristia.

A Santa Missa do mês de junho do corrente mês, foi presidida por Frei Gustavo Barbiero Mello, O.A.R. e concelebrada pelo diácono permanente Sérgio Ricardo Sechim, auxiliado pelo grupo de acólitos da Paróquia Nossa Senhora da Consolação e cantada pelo Ministério Ruah.

Além da participação de diversos fiéis vindos de outras paróquias da cidade de Cachoeiro de Itapemirim, contamos com a presença da J.A.R. (Juventude Agostiniana Recoleta) da cidade de Castelo.

Ao término da Santa Missa aconteceu um momento de adoração ao Santíssimo Sacramento, conduzida pelo Frei Gustavo.

Agradecemos a todos que nos ajudaram nessa Celebração Eucarística, assim como o apoio do nosso pároco Frei Agostinho Morosini, O.A.R.

Mais fotos no endereço: www.facebook.com/paroquiadaconsolacao








9 DE JUNHO: SÃO JOSÉ DE ANCHIETA, APÓSTOLO DO BRASIL

Nascido nas Ilhas Canárias, pertencente a uma grande família de 12 irmãos, o santo de hoje viveu no século XVI. Por motivos de estudo, foi enviado para Coimbra – Portugal, local onde teve o primeiro contato com a Companhia de Jesus e com o testemunho de São Francisco Xavier.
Muitas coisas o levaram a discernir seu chamado à vida religiosa, e aos 17 anos diante de uma imagem de Nossa Senhora, ele fazia o seu compromisso de abandonar tudo e servir a Deus. Anchieta entrou na Companhia de Jesus em 1551, fez um noviciado exigente, e mesmo com a saúde frágil fez os seus votos de castidade, pobreza e obediência, em 1553.
Neste mesmo ano foi enviado para o Brasil, e chegando na Terra de Santa Cruz ele pôde evangelizar. Ainda não era sacerdote. Estudava Filosofia, Teologia, e sempre evangelizando, dando aulas, indo ao encontro dos indígenas. Respeitava a cultura do povo, conheceu a língua Tupi-Guarani para melhor evangelizar. Homem fiel à santa doutrina, à sua congregação e acima de tudo, fiel ao Espírito Santo. Esteve em diversos lugares do Brasil, como São Paulo, Rio de janeiro, Espírito Santo, Bahia etc. Consumia-se na missão.
José de Anchieta é um modelo para todos os tempos, para uma nova evangelização no poder do Espírito Santo e com profundo respeito a quem nos acolhe, a quem é chamado também a ser inteiro de Jesus.
Considerado o “Apóstolo do Brasil”, José de Anchieta foi beatificado em 22 de junho de 1980 pelo Papa João Paulo II, e no dia 3 de abril de 2014 foi declarado santo por intermédio de um decreto assinado pelo Papa Francisco.
São José de Anchieta, rogai por nós!
Fonte: Site da Canção Nova

sábado, 6 de junho de 2015

REFLEXÃO PARA O 10º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B

Reflexão do Padre César Augusto dos Santos, SJ
A liturgia deste domingo nos leva a refletir e celebrar a unidade do Homem, imagem e semelhança de Deus, a Trindade Una e Indivisa como festejamos no domingo passado. Exatamente por isso o Homem só poderá ter como interlocutor o próprio Deus, por consequência de sua própria criação, atualizada na Encarnação do Verbo e na ressurreição de Jesus.
Em Gênesis (3,9-15), a primeira leitura da Missa, temos o relato do diálogo entre Deus e os primeiros pais, imediatamente após terem cometido o primeiro pecado. Deus os busca, vai atrás deles e provoca a confissão do pecado. Deus não os abandona, mas vai em seu socorro, mesmo estando eles em situação de pecado, sem o estado original de graça, como dizemos hoje.
Por outro lado, Deus maldiz a causa da tentação, a serpente, e pereniza a inimizade entre o Mal com o Homem, que será o vencedor através da Redenção de Jesus Cristo, Deus nascido de Mulher.
O Evangelho do dia, Marcos 3, 20-35, nos apresenta o Messias anunciado na primeira leitura. Ele apresenta um homem excessivamente procurado pelas pessoas a ponto de não ter tempo para se alimentar e ser tido como louco por seus próprios parentes. Os doutores da Lei, ou seja a elite religiosa e intelectual, o tinham como possuído pelo demônio.
Nisso chegam sua mãe e seus primos, mas não conseguem entrar na casa onde ele está. Aproveitando essa situação, o Senhor resolve dar uma dimensão transcendental à sua relação consanguínea com Maria e os primos.
Ele diz que laços mais fortes que o sangue os unem. Esses laços mais fortes são o empenho em fazer a vontade de Deus.
O Messias anunciado ultrapassou as uniões familiares, consanguíneas e estabeleceu a mais forte e eterna que é ser, de fato, o Homem que faz a vontade do Pai, como Ele fez, e não o HOMEM ADÂMICO, que fez sua própria vontade e, com isso, nos trouxe a morte. Jesus Cristo, o verdadeiro Homem, o Messias, o Redentor, nos trouxe a vida eterna fazendo a vontade do Pai.
Concluindo a nossa reflexão, comentemos a segunda leitura, extraída da 2ª Carta aos Coríntios (4, 13-5,1). Paulo nos fala de nossa futura ressurreição realizada pelo Pai. Escreve também para nos animar, quando aflitos ao percebermos a caduquice de nosso corpo, sua ruína externa através dos sinais de velhice, nos alegrarmos e nos entusiasmarmos com o crescimento do homem interior. Por isso, tenhamos o olhar voltado para aquilo que não passa, para as coisas invisíveis, as coisas do alto. Uma morada eterna nos espera no céu.
Nossa unidade, nossa integridade está ligada ao nosso relacionamento com a Vida e Deus é a Vida. Com nossa subordinação às coisas materiais, estaremos fadados à dissolução, já que seu deus é o diabo “diabolos”, aquele que separa.
Fomos feitos pela Vida e para a Vida, para o Amor, para a União Eterna.
Fonte: Site da Rádio Vaticano

sexta-feira, 5 de junho de 2015

PAPA: IDOLATRIAS DO NOSSO TEMPO NOS TORNAM CRISTÃOS MEDÍOCRES


Cidade do Vaticano (RV) – O Papa presidiu nesta quinta-feira, (04/06), a Missa de Corpus Christi na praça diante da Basílica São João de Latrão. Na homilia, Francisco refletiu sobre o significado de separar e padecer nos dias de hoje.
Separar
 “Nós nos separamos quando não somos dóceis à Palavra do Senhor, quando não vivemos a fraternidade entre nós, quando competimos para ocupar os primeiros lugares, quando não encontramos a coragem de testemunhar a caridade, quando não somos capazes de oferecer esperança”.
A Eucaristia nos permite não nos separarmos, pois é o vínculo da comunhão, é o cumprimento da Aliança – prosseguiu o Papa – sinal vivo do amor de Cristo que se humilhou e aniquilou, para que permanecêssemos unidos.
“O Cristo presente em meio a nós, no sinal do pão e do vinho, exige que a força do amor supere toda laceração e, ao mesmo tempo, torne-se comunhão com o pobre, apoio para o fraco, atenção fraterna aos cansados em carregar o peso da vida cotidiana”.
Padecer
“E o que significa hoje para nós “padecer-nos”, ou seja,  diminuir a nossa dignidade cristã? “, questionou o Papa.
“Significa deixarmo-nos atingir pelas idolatrias do nosso tempo: o aparecer, o consumir, o eu no centro de tudo; mas também ser competitivos, a arrogância como comportamento vencedor, o não dever nunca admitir ter errado ou ter necessidades. Tudo isto nos abate, nos torna cristãos medíocres, mornos, insípidos, pagãos”.
Transformação
Francisco continuou sua reflexão afirmando que “Jesus derramou o seu sangue como preço e como batismo, para que fôssemos purificados de todos os pecados”. Se bebermos dessa fonte, acrescentou, “o Sangue de Cristo nos libertará dos nossos pecados e nos restituirá a nossa dignidade”.
“Sem nosso mérito, com sincera humildade, poderemos levar aos nossos irmãos o amor de nosso Senhor e Salvador. Seremos os seus olhos que vão em busca de Zaqueu e de Madalena; seremos a sua mão que socorre os doentes no corpo e no espírito; seremos o seu coração que ama os necessitados de reconciliação e de compreensão”.
Aliança
Assim, concluiu Francisco, “a Eucaristia atualiza a Aliança que nos santifica, nos purifica e nos une em comunhão admirável com Deus”. E, lembrando os cristãos oprimidos e perseguidos, fez um pedido antes do inicio da procissão:
“Sintamo-nos em comunhão com tantos nossos irmãos e irmãs que não têm a liberdade de expressar a sua fé no Senhor Jesus. Sintamo-nos unidos a eles: cantemos com eles, louvemos com eles, adoremos com eles. E veneremos no nosso coração aqueles irmãos e irmãs aos quais foi pedido o sacrifício da vida pela fidelidade a Cristo: o seu sangue, unido ao do Senhor, seja penhor de paz e de reconciliação pelo mundo inteiro. (JE)
Fonte: Site da Rádio Vaticano

quinta-feira, 4 de junho de 2015

REFLEXÃO PARA SOLENIDADE DO CORPO E SANGUE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Cidade do Vaticano (RV) - A Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo nos leva à tomada de consciência da grandiosidade da amizade selada entre Deus e o Homem. 
No passado, nos diz a primeira leitura tirada do livro do Êxodo, a aliança entre Deus e o Povo de Israel se dava com a aspersão do sangue de animais. Metade era aspergida sobre o altar, símbolo de Deus e, a outra metade, sobre o povo. Isso deveria se repetir sempre a cada ano.
No Evangelho, Jesus diz que ele está realizando a nova e eterna aliança com o derramamento de seu sangue. Jesus a realizou na Ceia e no Calvário.
Na Ceia, Jesus dá graças ao Pai, como autor da vida, de todo dom. Ele o faz com seu sangue e seu corpo.
A segunda leitura, da Carta aos Hebreus, nos diz que esse gesto de Jesus é muito superior ao antigo por vários motivos: 
- quem o oferece não é um sacerdote qualquer, mas Jesus;
- como não tem pecado, ele não o oferece por si, mas por todos os homens. No ritual antigo, o sacrifício era oferecido apenas em favor de um povo;
- enquanto o sacerdote da antiga aliança deveria atravessar o véu do templo para oferecer o sacrifício, Jesus atravessou uma tenda não feita por mãos humanas, não pertencendo a esta criação;
- também o sangue usado por Jesus se difere do usado pelos demais sacerdotes. Esses usavam o sangue de animais. Jesus usou o próprio sangue e com ele nos obteve a libertação definitiva.
Podemos transformar esse gesto tão grandioso de Jesus, realizado na Santa Ceia e concretizado na Cruz, em um mero ato de piedade ou na celebração da vida, celebração de dar graças, em Eucaristia. Tudo dependerá de nosso modo de vivenciar a missa.
Vamos a ela como mera devoção e para o cumprimento do preceito dominical e também por uma questão social ou quando nos dirigimos à sua celebração é para participar do gesto eucarístico de Jesus?
Vamos à missa para tomarmos em nossas mãos o pão e o vinho, os dons que recebemos do Pai, agradecer e nos entregarmos ao serviço de muitos como fez Jesus?
Fonte: Site da Rádio Vaticano

quarta-feira, 3 de junho de 2015

PARABÉNS FREI AGOSTINHO!

O calendário da Província Santa Rita de Cássia da Ordem dos Agostinianos Recoletos neste dia, 3 de junho de 2015, recorda o 3º aniversário de ordenação presbiteral de Frei Agostinho Morosini, O.A.R. e a Paróquia Nossa Senhora da Consolação congratula-se com esse religiosos e roga a Deus que o cumule de ricas bênçãos de saúde e sabedoria.

Frei Agostinho Morosini, O.A.R., atualmente, reside e trabalha como Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Consolação, na cidade de Cachoeiro de Itapemirim (ES).

PARABÉNS FREI JOÃO!

O calendário da Província Santa Rita de Cássia da Ordem dos Agostinianos Recoletos neste dia, 3 de junho de 2015, recorda o 83º aniversário natalício de Frei João Constantino Junqueira Netto, O.A.R. e a Paróquia Nossa Senhora da Consolação congratula-se com esse religioso e roga a Deus que o cumule de ricas bênçãos de saúde e sabedoria.

Frei João Constantino Junqueira Netto, O.A.R, atualmente, reside e trabalha como Vigário Paroquial na Paróquia Nossa Senhora da Consolação, na cidade de Cachoeiro de Itapemirim (ES).

MISSA COM OS JOVENS


terça-feira, 2 de junho de 2015

segunda-feira, 1 de junho de 2015

PARABÉNS FREI TONINHO E FREI LAÉRCIO!

O calendário da Província Santa Rita de Cássia da Ordem dos Agostinianos Recoletos neste dia, 1º de junho de 2015, recorda o 67º aniversário natalício de Frei Antônio Jacintho Gomes Junqueira, O.A.R. (Frei Toninho) e 33º aniversário natalício de Frei Laércio Rodrigues da Cruz, O.A.R. e a Paróquia Nossa Senhora da Consolação congratula-se com esses religiosos e roga a Deus que os cumulem de ricas bênçãos de saúde e sabedoria.


Frei Antônio Jacintho Gomes Junqueira, O.A.R. (Frei Toninho), atualmente, reside e trabalha como Pároco na Paróquia Santa Rita de Cássia, na Praia do Canto, cidade de Vitória (ES). Frei Toninho já serviu à Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, como Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Consolação.


Frei Laércio Rodrigues da Cruz, O.A.R., atualmente, reside e é estudante de Teologia no Seminário Teológico "Santa Mônica", na cidade de São Paulo (SP).