quinta-feira, 15 de outubro de 2015

16º CAPÍTULO PROVINCIAL DA PROVÍNCIA SANTA RITA DE CÁSSIA

O XVI Capítulo Provincial da Província Santa Rita de Cássia se aproxima e em Deus é colocada a confiança para seu sucesso pois Ele é luz para nossos passos, lâmpada luzente em nosso caminho (cof. Sl 118,105). Conheça o logo e os frades que participarão do Capítulo. Ele será realizado na casa da Congregação Jesus Maria José, em Franca – SP, com início no dia 4 de novembro de 2015.
Motivados pelo Ano da Vida Consagrada foi escolhido o tema e o lema que regerá as reflexões e decisões no XVI Capítulo Provincial: Revitalizar a comunidade com Alegria – “Que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena” (Jo 15,11).
A Equipe de preparação para o XVI Capítulo Provincial confeccionou um logo que transmite as metas para os próximos anos.

16cap logointeiro 200CORAÇÃO E LIVRO: Representam o lema de toda a família agostiniana espalhada pelo mundo inteiro: “Charitas et Scientia”. Fundados no amor, que une as almas e os corações voltados para Deus (At 4,32), e na ciência, que dissipa no homem interior as trevas da ignorância, queremos continuar, sob o impulso do Espírito Santo, o estilo de vida iniciado na Igreja com Santo Agostinho e o espírito da Recoleção agostiniana. Como Agostinianos Recoletos somos chamados a viver em comunidade de irmãos, desejar seguir e imitar a Jesus Cristo casto, pobre e obediente, como nos propõe o Evangelho, buscar a Verdade e estar a serviço da Igreja e se esforçar para alcançar a perfeição da caridade (Constituições 1,6). Queremos ser uma só alma e um só coração!

CHAMA: A chama representa o ardor que brota do coração de Agostinho e de todos os seus filhos, fruto da busca e encontro com a Verdade, tão bem expressada em suas palavras “Sero te amavi pulchritudo tam antiqua et tam nova, sero te amavi” (Confissões X,27). Sua forma tripartida representa a Comunidade Trinitária, modelo de todas as nossas comunidades religiosas. A comunidade agostiniana recoleta deve testemunhar para os homens de seu tempo o mistério da Trindade (Constituições 1,19). Desejamos seguir Jesus Cristo, de modo específico com a radicalidade da consagração religiosa, sendo reflexo da vida trinitária: “Amor a Cristo, que chama à sua intimidade; ao Espírito Santo que dispõe o ânimo a acolher suas inspirações; ao Pai, origem primeira e fim supremo da vida consagrada” (Vita Consecrata, 21). Queremos cultivar a inquietude do coração!

16cap logointeiro 200FLECHA: Representa a Palavra de Deus que nos fere de amor por Ele e pelos irmãos (Mc 12,28-34). Como comunidade de irmãos, queremos alimentar nossa consagração religiosa no encontro diário com a Palavra de Deus. Palavra que nos chama e nos compromete com a entrega total de si mesmo a Deus pela imitação e seguimento mais livre e radical de Jesus Cristo (Constituições 2,31). Queremos ser encontrados, alcançados e transformados!

CRUZ: A cruz representa o seguimento de Jesus Cristo como conseqüência do amor a Deus e aos irmãos, e que nos eleva (amor meus, pondus meum), dando sentido à vida e nos permitindo alcançar a estatura de Cristo (Ef 4,13). A cor verde representa o campo apostólico da nossa Província: o Brasil, Terra de Santa Cruz. Desejamos, como agostinianos recoletos, que nosso labor apostólico, fecundo e irradiante, seja conseqüência da contemplação da cruz do Senhor (Constituições, 1,27), até conquistar outros para Cristo. Queremos levar o abraço de Deus!

AS DOZE PONTAS DO LIVRO: O livro que está como base do coração agostiniano possui doze pontas. Elas representam o Colégio Apostólico e a fidelidade dos agostinianos recoletos à Igreja, expressada na filial ternura ao sucessor de Pedro, o Papa. Também nos lembra a vocação apostólica de toda comunidade agostiniana recoleta que dimana da incorporação à missão salvífica de Cristo pelo batismo e pela profissão religiosa (Constituições 7,276). Como filhos de Santo Agostinho, pastor da Igreja, desejamos o maior bem da Igreja universal e sentir suas necessidades e preocupações, colocando-nos à serviço da mesma. Como agostinianos recoletos, sentindo-nos missionários com a Igreja por tradição e direito, assumimos a obra de evangelização como uma prioridade fundamental (Constituições 7,285) em nossas vidas. A cor azul do livro nos lembra a presença maternal e exemplo da Santa Virgem Maria, Mãe da Consolação, como modelo de escuta da Palavra de Deus. Queremos servir à Igreja!

16cap logointeiro 200CÍRCULO AMARELO: O círculo amarelo representa a Eucaristia, “sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade”, onde a comunidade se realiza primordialmente, centro da vida comum que tem como fruto a alegria da unidade dos irmãos. Como agostinianos recoletos desejamos que a Eucaristia seja nosso alimento diário, nosso caminho para o céu, vínculo de comunhão entre os irmãos, participação na intimidade do Senhor, como afirma Santo Agostinho: “O alimento eucarístico é participação na intimidade e destino da pessoa de Cristo Salvador” (Santo Agostinho, Sermão, 27,1). O amarelo que predomina em toda a esfera representa a alegria do sim fiel, dado por cada um dos religiosos que formam a Província Santa Rita de Cássia. Celebrando o ano da Vida Consagrada desejamos que seja um tempo da graça do Senhor em que a beleza de nossa consagração seja a alegria do seguimento de Jesus Cristo. A cor amarela também representa o otimismo. Temos em nosso peito a certeza de que até aqui foi o Senhor que nos conduziu e que seguirá a nos guiar com seu braço santo e mão poderosa. Que os novos tempos venham.Queremos reestruturar nossas comunidades com alegria!


 Na sessão do dia 08 de julho de 2015, o conselho provincial realizou o escrutínio para delegados ao próximo Capítulo Provincial, conforme determina o número 386 do Código Adicional. A lista completa dos participantes (delegados) do XVI Capítulo Provincial é a seguinte:


Grupo do prior geral, priores provinciais (atual e anterior), conselho provincial e secretário provincial
Frei Miguel Miró Miró (Prior Geral)
Frei Nicolás Pérez-Aradros Rubio (Prior Provincial atual)
Frei Francisco Sevolani Botacin (Prior Provincial anterior)
Frei Alcimar Fioresi (conselheiro)
Frei Ademir João Garcia (conselheiro)
Frei Marcus Vinícius Dorrigo Leite (conselheiro)
Frei Mário Aparecido (conselheiro)
Frei Rodolfo Werneck Pereira (secretário provincial)


Grupo dos ministérios do estado de São Paulo
  Frei Silvestre Brunoro
Frei Sérgio Peres de Paula
Frei Wagno Broedel Palma
Frei José Roberto Mason
Frei José Carlos Jacinto Barbosa

Grupo dos ministérios dos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro:
  Frei Agostinho Morosini
Frei Jonas Gusson
Frei Fábio Freire Nôcal
Frei Edmilson Vidal
Frei Ademildo Gomes

Grupo dos formadores e promotores vocacionais:
Frei Wesley da Silva Rosa
Frei André Pereira de Arruda
Frei Gustavo Barbiero Mello
Frei Afonso de Carvalho Garcia

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Confiemos no Senhor, pois Ele é nosso sustento e alegria, e esperemos em seu infinito amor que rege nossa vida. Que a Virgem Santíssima, Mãe da Consolação, interceda por nós.


Cúria Provincial dos Agostinianos Recoletos
Província Santa Rita de Cássia
Ribeirão Preto-SP

Edição: Frei José Roberto Mason


Fonte: Site da Província Santa Rita de Cássia da Ordem dos Agostinianos Recoletos

terça-feira, 13 de outubro de 2015

COMUNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA CELEBRA SUA PADROEIRA

O dia 12 de outubro de cada ano, assim como o segundo domingo do mês de maio de cada ano, também é dia das mães, pois a Igreja Católica, Apostólica, Romana, presente no Brasil, celebrada com muito carinho e ternura a Mãe do povo brasileiro - Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

E em toda paróquia sempre existe alguma comunidade dedicada à Nossa Senhora Aparecida, e na Paróquia Nossa Senhora da Consolação, também existe, e essa comunidade fica no Bairro Teixeira Leite, que teve neste ano, a oportunidade de ter a presença do bispo diocesano Dom Frei Dario Campos, O.F.M. presidindo a Eucaristia, acompanhado do diácono permanente José Carlos Zóboli.

Numa celebração simples e bela, pois o belo está na simplicidade, e simplicidade de Mãe do Céu, todos puderam se alegrar por celebrar a solenidade da Virgem Aparecida.

Após o término da celebração aconteceu uma homenagem à Nossa Senhora Aparecida, realizada pelos idosos da comunidade e, como disse Dom Dario, a Pastoral do Mastigo (almoço partilhado por toda a comunidade na quadra poliesportiva).

Agradecemos ao Comando Militar do TG 01-012 de Cachoeiro de Itapemirim pela presença dos atiradores do Tiro de Guerra durante a celebração eucarística.

Parabéns a toda Comunidade Eclesial de Base "Nossa Senhora Aparecida"!





sábado, 10 de outubro de 2015

REFLEXÃO PARA O 28º DOMINGO DO TEMPO COMUM - "RIQUEZA E DISPONIBILIDADE"

Cidade do Vaticano (RV) - A liturgia de hoje nos questiona sobre a autêntica sabedoria, aquela que leva a uma felicidade sem limites, a uma total realização, em todos os âmbitos da vida.
Os bens que almejamos nos trazem dependência e não nos dão segurança. Ao contrário, nos brutalizam, tornando-nos gananciosos e opressores. O autor da primeira leitura preferiu a Sabedoria ao poder , à riqueza, à beleza , à saúde, “pois o esplendor que dela irradia não se apaga”. Em seguida diz que todos bens vieram com ela. A sabedoria está em discernir, em saber escolher aquilo que é duradouro, que não perece e nos sacia plenamente.
No Evangelho vemos um homem rico em bens deste mundo, mas desejoso dos bens eternos. Ele busca Jesus e lhe pergunta o que fazer para ganhar a vida eterna. Jesus lhe responde dizendo que  a vida eterna está no relacionamento  fraterno: entre outras coisas, não matarás,  não cometerás adultério, não roubarás. O homem se mostra um justo, pois nada transgrediu desde a juventude. Contudo, ainda não chegou à perfeição.
Jesus, então, fez a proposta libertadora, após lhe dirigir um olhar amoroso: Só uma coisa te falta. Vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me! ” Não basta não ter feito mal, é preciso ser misericordioso! Por isso o Mestre acrescenta para seus discípulos a dificuldade de um rico entrar no céu. É necessário que ele se deixe tocar pela graça de Deus e dê à sua riqueza um sentido social, fraterno. Quem fizer isso participará da nova sociedade, a dos filhos de Deus.
A segunda leitura nos fala da força da Palavra de Deus, da sua capacidade de realizar em nós o que o Espírito nos fizer pedir ao Pai.
Quando o Papa canoniza homens e mulheres, canoniza pessoas que foram sábias aos olhos de Deus, fazendo opção por aquilo que é eterno.
Abriram mão de riqueza, juventude, saúde, de tudo que era lícito e louvável aos olhos do mundo e também da religião, para se colocarem mais próximos a Jesus, para se tornarem cidadãos do céu. Foram livres em partilhar não apenas bens materiais, mas suas vidas.
Por isso estão eternizados, recordados sempre como amigos de Deus e de seu Filho Jesus Cristo, e vivendo plenamente a felicidade. São homens literalmente realizados!
Que o exemplo dos santos revigore também em nós o desejo de alcançar a santidade, testemunhando no dia-a-dia o amor a Deus e aos irmãos.
(Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos para o XXVIII domingo do Tempo Comum – Ano B)
Fonte: Site da Rádio Vaticano

NO SÍNODO, TERMINA A FASE 'VER'


Cidade do Vaticano (RV) – Participam do Sínodo 183 bispos escolhidos pelas Conferências Episcopais de cada país, 42 por inerência de funções e 45 nomeados diretamente pelo Papa. A Europa é o continente mais representado, com 107 bispos. A América tem 64, a África 54, a Ásia 36 e a Oceania nove. Também assistem algumas sessões os 24 especialistas convidados, os 51 auditores, os 14 delegados e as 18 famílias chamadas. 
Um dos participantes brasileiros é Dom Giancarlo Petrini, bispo de Camaçari, na Bahia, que até abril deste ano foi o Presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Para o bispo, o Sínodo é uma boa oportunidade para mostrar a beleza da família e do amor humano vivido em Cristo:
“Terminamos a primeira parte. O ponto de trabalho fundamental é o Instrumentum Laboris, que corresponde um pouco à visão da realidade a respeito da família, o clássico ‘ver’, depois o ‘julgar’ que é um pouco a luz do Evangelho, a luz de Cristo sobre a realidade da família (portanto, a vocação e a missão da família no mundo contemporâneo), e a terceira parte, que serão as questões mais pastorais, concretas – que correspondem ao ‘agir’. Nesta primeira parte, fizemos muitos acréscimos, reformas dos parágrafos do Instrumentum. Tem sido um trabalho muito bonito, num clima de grande fraternidade e concórdia. É claro que pouco a pouco vamos chegar às questões mais delicadas e certamente o Sínodo que acontece lá na Sala é diferente daquilo que às vezes é percebido pelos meios de comunicação que parecem se fixar obsessivamente em um dois pontos, como se ali se jogasse toda a sabedoria da Igreja, etc". 
"Eu acredito que uma das coisas mais importantes é utilizar bem esta oportunidade para que a família possa resplandecer em sua beleza. Durante décadas nós falhamos no sentido que recordar os deveres, as responsabilidades, os sacrifícios necessários, os preceitos a serem observados... somente os aspectos ‘de peso’. Muita gente chega à conclusão que “a família deve até ser uma coisa boa, mas pesada demais; eu não quero para mim”. Muitos jovens pensam assim nos dias de hoje. Nós falhamos no sentido que perdemos muito tempo sem mostrar a beleza do amor humano vivido em Cristo; a fidelidade pode constituir um sacrifício, mas é uma coisa bonita que um homem seja sempre fiel à sua esposa e a seus filhos e vice-versa. Não é somente um peso, é uma riqueza de uma humanidade que pode ser vivida. E assim a maternidade, a paternidade, toda a vida da família pode ser compreendida como uma beleza que exige, evidentemente, porque tudo o que é grande exige... até para ser um grande esportista há exigências – quanto mais para poder cultivar uma flor tão delicada como é a família durante a vida inteira, para que ela não seja estraçalhada, pisoteada”. 
Fonte: Site da Rádio Vaticano

FESTA DE NOSSA SENHORA APARECIDA - BAIRRO TEIXEIRA LEITE


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

ENCONTRO DE PROMOTORES VOCACIONAIS DA ORDEM DOS AGOSTINIANOS RECOLETOS

Entre os dias 12 e 17 de outubro de 2015, acontecerá o Encontro de Promotores Vocacionais da Ordem dos Agostinianos Recoletos, no México. 
Pedimos a todos os orientadores locais, religiosos, vocacionados e amigos que intensifiquem suas orações pelo bom êxito do trabalho vocacional de nossa Ordem.


Frei Gustavo Barbiero Mello, O.A.R., representará nossa Província Santa Rita de Cássia - OAR. 


Rezemos juntos a oração vocacional agostiniana recoleta:
Senhor nosso Deus:
fazei que o clamor de vossa voz chegue a muitos; 
que se levantem e vivam unidos em vós. 
Preparai os seus corações com a vossa palavra, 
de modo que se disponham a evangelizar aos pobres e a cuidar de vossa abundante messe. 
Senhor, que todos os chamados à vida agostiniana recoleta escutem vossa voz e possam cumprir vossa vontade. 
Amém.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

AS PORTAS SANTAS NO JUBILEU DA MISERICÓRDIA

Cidade do Vaticano (RV) – O Jubileu da Misericórdia foi convocado pelo Papa Francisco para ser vivido intensamente em cada Igreja particular, de forma a permitir que todos possam encontrar a misericórdia de Deus Pai por meio da atuante missão da Igreja. O sinal mais evidente deste cuidado pastoral é a possibilidade de as Portas Santas serem abertas em cada diocese. Estas portas, análogas às Portas das Basílicas papais em Roma, permitirão que aqueles que não possam vir a Roma, também realizem a sua peregrinação jubilar.
Portas da Misericórdia
O Ordinário do lugar será o responsável por estabelecer em qual igreja abrir a Porta da Misericórdia, que deverá ser aberta em toda diocese e Eparquia do mundo.  Além da Porta da Misericórdia escolhida pela diocese, os Ordinários diocesanos poderão dispor a abertura de ulteriores Portas da Misericórdia também junto aos Santuários de particular importância, frequentados pelos fieis na respectiva diocese. É importante que a possibilidade extraordinária de indulgência jubilar seja dada a conhecer aos fieis, precisamente como uma oportunidade fora do comum, e portanto vivida como momento particularmente forte para um caminho de conversão. Isto acontecerá também por meio da justa valorização deste especial sinal que é a Porta da Misericórdia.
Abertura das Portas da Misericórdia
Após o início solene do Ano Santo – marcado pela abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro no Vaticano em 8 de dezembro próximo – todas as Igrejas particulares abrirão a própria Porta da Misericórdia em comunhão com a Igreja de Roma dentro da celebração eucarística do terceiro domingo do Advento (Domingo Gaudete). O Papa, de fato, abrirá neste domingo a Porta Santa da Catedral de Roma, ou seja, a Basílica de São João de Latrão. Cada Igreja particular fará a abertura das outras Portas da Misericórdia, isto é, as outras eventualmente individuadas junto aos Santuários, sempre no contexto da celebração eucarística pelo terceiro domingo do Advento, que poderá ser presidida por um delegado do Bispo.
Com a aprovação da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos foi predisposto um rito especial de abertura das Portas Santas, contido no livro “Celebrar a Misericórdia”, o primeiro de uma série de subsídios pastorais para o Jubileu da Misericórdia. A série de volumes, entre os quais o que contém o rito, estão publicados em sete línguas (italiano, inglês, espanhol, português, francês, alemão e polonês). Maiores informações estão disponíveis no site oficial do Jubileu www.im.va.
Igrejas jubilares
Cada uma das quatro Basílicas papais em Roma (São Pedro, São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo fora-dos-muros) tem uma Porta Santa. Estas são igrejas jubilares onde dirigir-se em peregrinação para obter a indulgência, observando as condições estabelecidas. Tradicionalmente também são igrejas jubilares as Basílicas da Terra Santa. No restante do mundo, são consideradas igrejas jubilares a igreja e os eventuais santuários em que o Ordinário local dispor que seja aberta uma Porta da Misericórdia.
No caso de Roma, às quatro Basílicas papais, somam-se três outras igrejas que formam o tradicional itinerário das “sete igrejas”, ou seja, São Lourenço fora-dos-muros, Santa Cruz em Jerusalém e São Sebastião fora-dos-muros. O Jubileu é uma oportunidade para redescobrir este itinerário penitencial deixado aos romanos por São Felipe Neri.
A Diocese de Roma também possui muitas outras igrejas e santuários importantes, meta de peregrinação, e durante o Ano Santo também serão igrejas jubilares, onde se poderá obter a indulgência. Entre estes está o Santuário do Divino Amor e a Igreja de Santo Spirito in Sassia, conhecida como “Santuário da Divina Misericórdia” (próxima ao Vaticano).
Uma vez passada a Porta Santa ou a Porta da Misericórdia - ou que seja verificada uma das três circunstâncias nas quais o Papa Francisco concedeu que se possa receber a indulgência (por exemplo para os doentes, os presos e para todos que realizem em primeira pessoa uma obra de misericórdia), além das usuais condições que requerem um coração bem disposto para que a graça possa dar frutos esperados - os fieis deverão deter-se em oração para cumprir os últimos atos pedidos: a profissão de fé e a oração pelo Papa e segundo as suas intenções. Esta última poderá ser ao menos um Pai Nosso, mas também outras. Em particular, em consideração do espírito próprio deste  Ano Santo, sugere-se a recitação da bonita oração do Papa Francisco pelo Jubileu e de concluir o momento de oração com uma invocação ao Senhor Jesus Misericordioso.
Fonte: Site da Rádio Vaticano

terça-feira, 6 de outubro de 2015

PAPA NO SÍNODO: DOUTRINA SOBRE O MATRIMÔNIO NÃO FOI MODIFICADA

Cidade do Vaticano (RV) - Setenta e dois pronunciamentos em duas congregações gerais, representando todos os continentes e, de certa forma, todas as línguas. Com esses dados, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, introduziu a coletiva desta terça-feira sobre os trabalhos da XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos.
Acompanhado do Cardeal Paul-André Durocher, ex-presidente da Conferência Episcopal do Canadá, e do presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais e, no Sínodo, presidente da Comissão para a Informação, Dom Claudio Maria Celli, o religioso jesuíta fez uma síntese aproximativa dos pronunciamentos: dez da América Latina, sete da América do Norte, vinte e seis da Europa, doze da África, oito da Ásia e Oceania, seis do Oriente Médio.
Ainda segundo Pe. Lombardi, as línguas mais utilizadas nos pronunciamentos têm sido o italiano – cerca de 23, e o inglês – cerca de 21; 15 ou 16 em francês e depois alguns pronunciamentos em espanhol – sete, dois em alemão e um em português.
Com esses números, disse Pe. Lombardi aos jornalistas presentes na coletiva, vocês se dão conta do ambiente linguístico que se respira na Assembleia do Sínodo.
Uma Assembleia sinodal em continuidade com a de 2014, durante a qual a doutrina católica sobre o matrimônio não foi modificada: foi o que observou o Papa Francisco no breve pronunciamento da terceira Congregação Geral, esta terça-feira, seguida dos Círculos menores. O Santo Padre evidenciou os três documentos oficiais, o Relatório do Sínodo (Relatio Synodi) e os dois discursos pontifícios de abertura e de conclusão dos trabalhos; destacou Pe. Lombardi na coletiva.
O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé referiu também a segunda observação do Papa em seu breve pronunciamento da manhã desta terça-feira:
“Não devemos deixar-nos condicionar e reduzir o nosso horizonte neste Sínodo, como se o único problema fosse o da comunhão aos divorciados e recasados ou não. Portanto, considerar a amplitude dos problemas e das questões propostas na Assembleia sinodal, dos quais o ‘Instrumentum Laboris’ dá uma ampla perspectiva.”
Respondendo aos jornalistas, também o Arcebispo Claudio Maria Celli evidenciou ulteriormente o breve pronunciamento do Papa:
“A minha impressão é de que o pronunciamento do Papa na manhã desta terça-feira, ao recordar que os documentos de referência em nossa discussão são a ‘Relatio Synodi’ e seus dois discursos, de abertura e de conclusão, mantém aberto uma atitude da Igreja profundamente pastoral em relação a essa realidade dos divorciados. Porém, se deve considerar também o que o Papa disse, ou seja, que o Sínodo não tem essa questão como único ponto de referência. É um dos pontos.”
A propósito do relatório introdutivo do Sínodo, apresentado na segunda-feira pelo Cardeal Peter Erdő, o Cardeal Paul-André Durocher convidou a “entrar em diálogo com o mundo”:
“No primeiro parágrafo de seu pronunciamento, o Cardeal Erdő recorda aquela cena em que Jesus vê uma multidão, teve dó daquela multidão e se dirigiu a ela. O Cardeal Erdő recorda-nos que isso corresponde, de certo modo, às três etapas desse processo do ‘Instrumentum Laboris’ e do processo sinodal. Portanto, neste momento queremos – junto com Jesus – olhar para o mundo que está diante de nós. Na segunda etapa, a da piedade, avaliar como julgar essa situação. Na última, como seremos capazes de responder às expectativas deste povo, do mundo que está diante de nós.”
Nos temas abordados pelos 72 padres sinodais que se pronunciaram – representativos de todos os continentes e de todas as línguas – tocaram os vários âmbitos relacionados à família e à Igreja.
Em primeiro lugar, um esclarecimento da parte do secretário-geral do Sínodo, o Cardeal Lorenzo Baldisseri, a propósito da metodologia de trabalho da Assembleia, modificada em relação ao passado, solicitação feita durante a discussão livre da segunda congregação geral.
Em particular, o pupurado deteve-se sobre as funções dos Círculos Menores e sobre a Comissão, nomeada no início de setembro pelo Santo Padre para a redação do Relatório final do Sínodo.
Em seguida, o destaque para os temas abordados: a revolução cultural que caracteriza a época em que vivemos, em que a Igreja é chamada a acompanhar as famílias e, em geral, todo o povo de Deus, para encontrar respostas e soluções adequadas aos problemas de hoje.
Além disso, explicou Pe. Lombardi, falou-se de uma linguagem apropriada da parte da Igreja, inclusive “para evitar impressões de julgamentos negativos em relação a situações e pessoas”:
“Ainda sobre o tema da linguagem, alguns mencionaram de modo muito positivo a linguagem utilizada nas catequeses do Papa Francisco durante este ano, como modo concreto, simples, claro e positivo de falar da realidade da família no mundo de hoje.”
Foi também ressaltada a necessidade de ajudar, seja os casais de cônjuges a crescer e a amadurecer na fé e no matrimônio, seja os jovens a redescobrir a beleza do amor e da profunda inter-relação entre amor e matrimônio. Ademais, evidenciando que o testemunho das famílias missionárias é indispensável para a vida da Igreja.
Refletiu-se também sobre os núcleos familiares que vivem situações difíceis, sobre o drama da pobreza na família, sobre violências que atingem a própria família, sobre a chaga do trabalho infantil, sobre o drama dos refugiados e dos migrantes e das perseguições aos cristãos.
Além disso, se detiveram sobre a questão das pessoas com tendências homossexuais: elas fazem parte da Igreja, foi dito, esclarecendo, ao mesmo tempo, que o matrimônio é a união sacramental entre um homem e uma mulher, fundamento da família em sua integridade. (RL)
Fonte: Site da Rádio Vaticano

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

PAPA: SÍNODO É UM CAMINHAR JUNTOS, NÃO É UM PARLAMENTO


Cidade do Vaticano (RV) – Os trabalhos sinodais tiveram início esta segunda-feira (05/10) com a primeira Congregação Geral.
Depois de rezarem a hora média e da saudação do Presidente-delegado, Card. Vingt-Trois, os padres sinodais ouviram o discurso do Santo Padre.
“A Igreja retoma hoje o diálogo iniciado com a proclamação do Sínodo Extraordinário sobre a família e certamente também muito antes, para avaliar e refletir juntos sobre o texto do Instrumento de Trabalho elaborado pela Relatio Synodi e pelas respostas das Conferências Episcopais e dos organismos autorizados”, afirmou.
Sínodo é caminhar juntos
Francisco recordou que o Sínodo não é um congresso ou um parlatório, não é um parlamento nem um senado. Mas é um caminhar juntos, com o espírito de colegialidade e de sinodalidade, adotando corajosamente a parresia, o zelo pastoral e doutrinal, a sabedoria, a franqueza e colocando sempre diante dos olhos o bem da Igreja, das famílias.
“O Sínodo é uma expressão eclesial, isto é, a Igreja que caminha unida para ler a realidade com os olhos da fé e com o coração de Deus. O Sínodo se move necessariamente no seio da Igreja e dentro do santo povo de Deus, do qual nós fazemos parte na qualidade de pastores, ou seja, de servidores. Além disso, o Sínodo é um espaço protegido onde a Igreja experimenta a ação do Espírito Santo. No Sínodo, o Espírito fala através da língua de todas as pessoas que se deixam guiar pelo Deus que sempre surpreende, pelo Deus que revela aos pequeninos aquilo que esconde aos sábios e aos inteligentes; pelo Deus que criou a lei e o sábado para o homem e não vice-versa; pelo Deus que deixa as 99 ovelhas para procurar a única ovelha perdida; pelo Deus que é sempre maior do que nossas lógicas e dos nossos cálculos.”
Espírito Santo
Todavia, advertiu o Papa, o Sínodo só poderá ser um espaço da ação do Espírito Santo se os participantes se revestirem de coragem apostólica, de humildade evangélica e de oração confiante:
 “A coragem apostólica que não se deixa intimidar nem diante das seduções do mundo, que tendem a apagar do coração dos homens a luz da verdade, substituindo-a com pequenas e temporárias luzes; a humildade evangélica que sabe esvaziar-se das próprias convicções e preconceitos para ouvir os nossos irmãos; humildade que leva a apontar o dedo não contra os outros para julgá-los, mas para estender a mão, para erguê-los sem jamais se sentir superiores a eles”.
Sem ouvir Deus, concluiu o Papa, “todas as nossas palavras serão somente palavras que não saciam nem servem. Sem deixar-se guiar pelo Espírito, todas as nossas decisões serão somente decorações que, ao invés de exaltar o Evangelho, o cobrem e o escondem”.
Por fim, o Pontífice agradeceu a todos que trabalham e trabalharam para a realização do Sínodo, pedindo a intercessão da Sagrada Família para os trabalhos sinodais.
Fonte: Site da Rádio Vaticano

PAPA INAUGURA O SÍNODO DA FAMÍLIA: A IGREJA SEJA PONTE, NÃO BARREIRA


Cidade do Vaticano (RV) – Com uma celebração eucarística na Basílica de S. Pedro, o Papa Francisco inaugurou na manhã deste domingo (04/10) a XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que tem por tema a família.
A Missa foi concelebrada pelos 270 padres sinodais, que a partir desta segunda-feira vão debater “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”.
Em sua homilia, o Pontífice comentou as leituras do dia, “que parecem escolhidas de propósito” para o evento que a Igreja se prepara a viver e estão centradas em três argumentos: o drama da solidão, o amor entre homem-mulher e a família.
Solidão
Na primeira Leitura, Adão vivia no paraíso e sentia-se só. A solidão, disse o Papa, “é um drama que ainda hoje aflige muitos homens e mulheres”, e citou os idosos, os viúvos, homens e mulheres deixados pela sua esposa e pelo marido, migrantes e refugiados que escapam de guerras e perseguições; e tantos jovens vítimas da cultura do consumismo e do descarte.
Francisco denunciou o paradoxo do mundo globalizado, "onde há tantas habitações de luxo, mas o calor da casa e da família é cada vez menor; muitos projetos ambiciosos, mas pouco tempo para desfrutá-los; muitos meios sofisticados de diversão, mas um vazio cada vez mais profundo no coração; tantos prazeres, mas pouco amor; tanta liberdade, mas pouca autonomia... Aumenta cada vez mais o número das pessoas que se fecham na escravidão do prazer e do deus-dinheiro".
O Papa constatou ainda que há pouca seriedade em levar avante uma relação sólida e fecunda de amor. Cada vez mais o amor duradouro e fiel é objeto de zombaria e olhado como se fosse uma antiguidade. Parece que as sociedades mais avançadas sejam precisamente aquelas que têm o índice mais baixo de natalidade e o índice maior de abortos, de divórcios, de suicídios e de poluição ambiental e social.
O amor entre homem e mulher
Deus não criou o ser humano para viver na tristeza ou para estar sozinho, acrescentou, mas para a felicidade, para partilhar o seu caminho com outra pessoa; para amar e ser amado. É Ele que une os corações de duas pessoas que se amam e liga-os na unidade e na indissolubilidade. Isto significa que o objetivo da vida conjugal não é apenas viver juntos para sempre, mas amar-se para sempre.
A família
Citando o Evangelho de São Marcos “O que Deus uniu não o separe o homem”, Francisco afirmou que se trata de uma exortação a superar toda a forma de individualismo. Para Deus, explicou o Papa, o matrimónio não é utopia da adolescência, mas um sonho sem o qual a sua criatura estará condenada à solidão.
Paradoxalmente, também o homem de hoje continua atraído e fascinado por todo o amor autêntico, fecundo, fiel e perpétuo. Corre atrás dos prazeres carnais, mas deseja a doação total.
Neste contexto social e matrimonial bastante difícil, a Igreja é chamada a viver a sua missão na fidelidade e na verdade. Isto é, defender a sacralidade da vida, a indissolubilidade do vínculo conjugal, sem mudar sua doutrina segundo as modas passageiras ou as opiniões dominantes.
Caridade
Outro elemento fundamental, todavia, é também a caridade.
“A Igreja deve viver a sua missão na caridade sem apontar o dedo para julgar os outros, mas se sente no dever de procurar e cuidar dos casais feridos com o óleo da aceitação e da misericórdia; de ser ‘hospital de campanha’, com as portas abertas para acolher todo aquele que bate pedindo ajuda e apoio.”
A Igreja, exortou Francisco, deve procurar o homem e a mulher, para acolhê-los e acompanhá-los, porque uma Igreja com as portas fechadas trai a si mesma e à sua missão e, em vez de ser ponte, torna-se uma barreira.
“Com este espírito, peçamos ao Senhor que nos acompanhe no Sínodo e guie a sua Igreja pela intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria e de São José, seu castíssimo esposo.”
Fonte: Site da Rádio Vaticano

sábado, 3 de outubro de 2015

REFLEXÃO PARA O 27º DOMINGO DO TEMPO COMUM - MATRIMÔNIO INDISSOLÚVEL

Cidade do Vaticano - A Liturgia deste domingo nos fala da dignidade do ser humano, ao relatar a formação da mulher como término da criação do homem.
A posição do ser humano como o rei de tudo que foi criado, está explicitado no fato de todos os animais terem sido levados, por Deus, à presença de Adão, para que ele nominasse um por um.
O fato de Deus conceder ao homem a faculdade de dar nome aos animais, significa atribuir-lhe uma senhoria sobre os demais seres criados. Contudo nenhum deles completava Adão, que continuava só, sem ter alguém com quem dialogar, alguém que fosse companheiro.
Deus então vai completar sua criação criando a companheira do homem, Eva. Deus o faz tirando da costela de Adão, de seu lado, exatamente porque é companheira. A criação está terminada. Agora tudo irá depender do ser humano.
O relato finda com a seguinte orientação: “Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne.” Na visão do autor do Livro do Gênesis, a união do homem e da mulher é mais forte que a própria geração.
Deixar aqueles que geraram, que deram a vida para se unir a uma outra pessoa, e ser com ela uma só carne, o ser humano completo, eis a orientação do autor do Gênesis. Com o passar do tempo os legisladores judeus foram relaxando esta visão de complementação e possibilitando a cada um, homem e mulher, a troca de parceiros de caminhada. Jesus, ao ser interrogado sobre isso, corrige tal costume dizendo que esse não era o projeto de Deus e retoma a questão da indissolubilidade da união conjugal, mais forte que os laços que unem pais e filhos. Homem e mulher, unidos em matrimônio formam uma unidade corpórea indissolúvel.
Ao final Jesus elogia as crianças e diz que o Reino dos céus são das pessoas que são como elas, ou seja, pessoas simples de coração, abertas à Palavra de Deus, obedientes por amor.
Para se entender porque o matrimonio é indissolúvel é necessário ter o coração, o acolhimento de uma criança e deixar-se moldar pelo coração de Deus.
No dia de hoje, especialmente, rezemos pelos casais que passam por dificuldades e por aqueles que se preparam para o matrimônio, para que o tempo de noivado cumpra seu papel, sendo propício à elaboração de um projeto de vida.
(Reflexão do Padre César Augusto dos Santos para o XXVII Domingo do Tempo Comum)
Fonte: Site da Rádio Vaticano

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

CONFRATERNIZAÇÃO PELO DIA DA SECRETÁRIA

No dia 30 de setembro é comemorado o dia da(o) secretária(o). Na Diocese de Cachoeiro de Itapemirim é tradição celebrar este dia de festa com a Confraternização das(os) Secretárias(os) paroquiais, com o objetivo de promover um dia de descontração em agradecimento ao trabalho prestado pelos profissionais da área, além, é claro, de proporcionar a interação entre os profissionais que atuam em diferentes paroquias, que na maioria das vezes também estão divididas pela distância entre os municípios em que cada uma está sediada.


Este ano a confraternização foi realizada na Casa de Encontro “Maria, Mãe da Igreja”, em Jerônimo Monteiro, e contou com a presença do bispo diocesano dom Dario Campos e dos presbíteros: Gelson de Souza (coordenador diocesano de pastoral), Juarez Delorto Secco (que realizou uma breve formação), Félix Bassini (anfitrião da confraternização), Genivaldo Marcolan Laquini (representante dos presbíteros) e Dalton Menezes Penedo.
A confraternização foi iniciada com oração, seguida de uma breve fala de dom Dario Campos, que agradeceu às (aos) secretárias (os) pelo trabalho e empenho em suas respectivas paróquias, trabalho este que é de vital importância para o bom andamento da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim.
Dom Dario também aproveitou a oportunidade para lembrar das ações pela paz que acontecerão nas paróquias nos próximos dias, a começar pelo domingo, dia 4 de outubro. Dom Dario recordou que cada um pode fazer a sua parte para levar a boa nova da paz.
Pe. Juarez, por sua vez, fez uma breve formação pautada no tema “a mística do cuidado”, onde abordou a importância de cada secretária e secretário paroquial no cuidado com o outro, com a Igreja, de um bom atendimento, bom planejamento, colaboração e no facilitar a vida do outro.
A confraternização seguiu com o almoço e sorteio de brindes entre os participantes.
A Diocese de Cachoeiro de Itapemirim parabeniza a todas(os) secretárias(os) pelo seu dia e agradece o trabalho realizado em suas paróquias e funções.



Fonte: Site Oficial da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim