sábado, 5 de setembro de 2015

SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

A Solenidade de Nossa Senhora da Consolação, nesse dia 4 de setembro, foi celebrada na Paróquia Nossa Senhora da Consolação, com procissão que saiu, por volta das 18h40, da Capela Santo Agostinho, no Bairro Vila Rica, em direção à Igreja/Matriz de Nossa Senhora da Consolação para o início da Missa Solene.

A Celebração Eucarística foi presidida pelo bispo diocesano Dom Frei Dario Campos, O.F.M. e concelebrada pelo Frei Agostinho Morosini, O.A.R., Frei Enéas Berilli, O.A.R. e Frei Gustavo Barbiero Mello, O.A.R. e pelos diáconos permanentes Sérgio Ricardo Sechim e Júlio César.

Em sua homilia Dom Dario falou da importância da presença da mãe na vida dos filhos, ainda mais a importância da Virgem Maria na vida de Jesus e da Igreja, a Mãe Consoladora, a Mãe que nos momentos difíceis de seus filhos está sempre pronta com uma palavra de carinho e consolo.

Ao término da celebração foi cantada em latim dois hinos: Salve Regina e Salve Pater Salvatoris (hino Salve Rainha e a São José), tradição da Ordem dos Agostinianos Recoletos, cantada pelos frades aos sábados.

Agradecemos a Ester Tibúrcio (Comunidade Imaculado Coração de Maria) pelo registro desse momento importante de nossa vida paroquial.




 

MISSA COM OS JOVENS

Neste domingo, 6 de setembro de 2015, às 19h, acontece a Missa com os Jovens.

Venha rezar conosco!


SORTEIO BENEFICENTE DO FUSCA QUE PERTENCEU AO FREI JOÃO ECHÁVARRI

Procure seu bilhete na Secretaria Paroquial.


5/9: BEATA TERESA DE CALCUTÁ, RELIGIOSA

“Qualquer ato de amor, por menor que seja, é um trabalho pela paz”.  Mais do que falar e escrever, Madre Teresa de Calcutá viveu este seu pensamento.
Nascida no dia 27 de agosto de 1910 em Skopje, na Albânia, foi batizada um dia depois de nascer. A sua família pertencia à minoria albanesa que vivia no sul da antiga Iugoslávia. Seu verdadeiro nome era Agnes Gonxha Bojaxhiu.
Pouco se sabe sobre sua infância, adolescência e juventude, porque ela não gostava de falar de si mesma. Aos dezoito anos, sentiu o chamado de consagrar-se totalmente a Deus na vida religiosa. Obtido o consentimento dos pais, e por indicação do sacerdote que a orientava, no dia 29 de setembro de 1928, ingressou na Casa Mãe das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, situada na Irlanda.
O seu sonho, no entanto, era o trabalho missionário com os pobres na Índia. Cientes disso, suas superioras a enviaram para fazer o noviciado já no campo do apostolado. Agnes então partiu para a Índia e, no dia 24 de maio de 1931, fez a profissão religiosa tomando o nome de Teresa. Houve na escolha deste nome uma intenção, como ela própria dissera: a de se parecer com Teresa de Jesus, a humilde carmelita de Lisieux.
Foi transferida para Calcutá, onde seguiu a carreira docente e, embora vivesse cercada de meninas filhas das famílias mais tradicionais de Calcutá, impressionava-se com o que via ao sair às ruas: os bairros pobres da cidade cheios de crianças, mulheres e idosos cercados pela miséria, pela fome e por inúmeras doenças.
No dia 10 de setembro de 1946, dia que ficou marcado na história das Missionárias da Caridade – congregação fundada por Madre Teresa – como o “Dia da Inspiração”, durante uma viagem de trem ao noviciado do Himalaia, Madre Teresa deparou com um irmão pobre de rua que lhe disse: “Tenho sede!”. A partir disso, ela afirmou ter tido a clareza de sua missão: dedicar toda sua vida aos mais pobres dos pobres.
Após um tempo de discernimento, com o auxílio do Arcebispo de Calcutá e de sua madre superiora, ela saiu de sua antiga congregação para dar início ao trabalho missionário nas ruas de Calcutá. Começou por reunir um grupo de cinco crianças, num bairro pobre, aos quais começou a ensinar numa escola improvisada. Pouco a pouco, o grupo foi crescendo. Dez dias depois, eram cerca de cinquenta crianças.
O início foi muito desafiador e exigente, mas Deus foi abençoando sua obra e as vocações começaram a surgir entre suas antigas alunas. Em 1949, Madre Teresa começou a escrever as constituições das Missionárias da Caridade e, no dia 7 de outubro de 1950, a congregação fundada por ela foi aprovada pela Santa Sé, expandindo-se por toda a Índia e pelo mundo inteiro anos mais tarde.
No ano de 1979 recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Neste mesmo ano, o Papa João Paulo II a recebeu em audiência privada e a tornou sua melhor “embaixadora” em todas as nações, fóruns e assembléias de todo o mundo.
Com saúde debilitada e após uma vida inteira de amor e doação aos excluídos e abandonados – reconhecida e admirada por líderes de outras religiões, presidentes, universidades e até mesmo por alguns países submetidos ao marxismo – Madre Teresa foi encontrar-se com o Senhor de sua vida e missão no dia 5 de setembro de 1997. Sua despedida atraiu e comoveu milhares de pessoas de todo o mundo durante vários dias.
Foi beatificada pelo Papa João Paulo II no dia 19 de outubro de 2003, Dia Mundial das Missões.
Beata Teresa de Calcutá, rogai por nós!
Fonte: Site da Canção Nova

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

PARABÉNS FREI SÉRGIO SAMBL!

O calendário da Província Santa Rita de Cássia da Ordem dos Agostinianos Recoletos neste dia, 4 de setembro de 2015 - Solenidade de Nossa Senhora da Consolação, recorda o 32º aniversário natalício de Frei Sérgio Sambl, O.A.R. e a Paróquia Nossa Senhora da Consolação congratula-se com esse religioso e roga a Deus que o cumule de ricas bênçãos de saúde e sabedoria.

Frei Sérgio Sambl, O.A.R., atualmente, reside e trabalha como Vigário Paroquial na Paróquia São João Batista, na cidade de Muqui (ES).

4 DE SETEMBRO: SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

A bem-aventurada Virgem Maria é venerada como Mãe da Consolação, porque através dela «Deus mandou ao mundo o Consolador», Cristo Jesus. A participação nas dores da paixão de seu Filho e nas alegrias de sua ressurreição a põem em condição de consolar a seus filhos em qualquer aflição que se encontrem. Depois da ascensão de Jesus Cristo, em união com os Apóstolos implorou com ardor e esperou com confiança o Espírito Consolador. Agora, elevada ao céu, «brilha ante o povo peregrino de Deus como sinal de segura esperança e consolação». (LG 69). 

Desde o século XVII, «Mãe da Consolação» ou «Mãe da Correia» é o titulo principal com que a Ordem agostiniana honra à Virgem. Em 1439 obteve a faculdade de erigir para os leigos a «confraria da cintura». Uma antiga lenda, nascida no seio da Ordem, narrava que a Virgem tinha aparecido a Santa Mônica, afligida pela sorte de Agostinho, consolando-a e dando-lhe uma correia, a mesma com que depois se cingiriam Agostinho e seus frades. De ordinário, a iconografia representa a Virgem e ao menino no ato de entregar correias, respectivamente, a Santa Mônica e a Santa Agostinho. Em 1945 surgiu na Igreja agostiniana de Bolonha a confraria de «Santa Maria da Consolação». Em 1575 ambas as confrarias se fundiram em uma única arquiconfraria da Correia, a que os papas enriqueceram com abundancia de indulgências.
 
Nos últimos calendários litúrgicos é declarada Patrona da Ordem.


A proteção da Mãe da Consolação nos dá serenidade e consolo nas provas para que também nós possamos consolar a nossos irmãos.

Fonte: Site Oficial da Ordem dos Agostinianos Recoletos

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

PARABÉNS FREI MIGUEL MIRÓ MIRÓ!

O calendário da Província Santa Rita de Cássia da Ordem dos Agostinianos Recoletos neste dia, 2 de setembro de 2015, recorda o 66º aniversário natalício de Frei Miguel Miró Miró, O.A.R. e a Paróquia Nossa Senhora da Consolação congratula-se com esse religioso e roga a Deus que o cumule de ricas bênçãos de saúde e sabedoria.

Frei Miguel Miró Miró, atualmente, exerce o serviço à Igreja como Prior Geral da Ordem dos Agostinianos Recoletos (ou seja, onde existe uma casa religiosa dos Agostinianos Recoletos em todo o mundo, esse frade é o responsável em animar a vida religiosa, assim como Santo Agostinho viveu e quis), reside na cidade de Roma (Itália).

terça-feira, 1 de setembro de 2015

PAPA CONCEDE A TODOS OS SACERDOTES FACULDADE DE ABSOLVER O PECADO DO ABORTO


Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco enviou, nesta terça-feira (1º/9), uma carta ao Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Arcebispo Rino Fisichella, responsável pela organização do Jubileu da Misericórdia, na qual descreve as diversas formas em que será possível obter indulgências durante o Ano Santo, entre 8 de dezembro deste ano até 20 de novembro de 2016.
Entre as novidades, o Papa concede a todos os sacerdotes a faculdade de absolver o pecado do aborto e a confirma a validação do Sacramento da Confissão realizado por sacerdotes da Fraternidade São Pio X.
A mensagem traz as reflexões sobre alguns pontos que o Papa considera importantes para que a celebração do Ano Santo seja “um verdadeiro momento de encontro com a misericórdia de Deus”.
“Espero que a indulgência jubilar chegue a cada um como uma experiência genuína da misericórdia de Deus, que vai ao encontro de todos com o rosto do Pai que acolhe e perdoa, esquecendo completamente o pecado cometido”, refletiu o Pontífice.
Peregrinação
Para viver e obter a indulgência, os fieis são chamados a realizar uma breve peregrinação rumo à Porta Santa, aberta em cada Catedral ou nas igrejas estabelecidas pelo Bispo diocesano, e nas quatro Basílicas Papais em Roma, como sinal do profundo desejo de verdadeira conversão.
“Estabeleço, igualmente, que se possa obter a indulgência nos Santuários onde se abrir a Porta da Misericórdia e nas igrejas que tradicionalmente são identificadas como Jubilares. É importante que este momento esteja unido, em primeiro lugar, ao Sacramento da Reconciliação e à celebração da santa Eucaristia com uma reflexão sobre a misericórdia”, recordou o Papa.
“Será necessário acompanhar estas celebrações com a profissão de fé e com a oração por mim e pelas intenções que trago no coração para o bem da Igreja e do mundo inteiro”, acrescentou Francisco.
Enfermos
Sobre aqueles que, por diversos motivos, estiverem impossibilitados de ir até à Porta Santa, sobretudo os doentes e as pessoas idosas e sós, que muitas vezes se encontram em condições de não poder sair de casa, o Papa garantiu:
É preciso “viver com fé e esperança jubilosa este momento de provação, recebendo a comunhão ou participando na santa Missa e na oração comunitária, inclusive por meio dos vários meios de comunicação – que será para eles o modo de obter a indulgência jubilar”, afirmou o Papa.
Presos
O pensamento de Francisco dirige-se também aos encarcerados.
“O Jubileu constituiu sempre a oportunidade de uma grande anistia, destinada a envolver muitas pessoas que, mesmo merecedoras de punição, todavia tomaram consciência da injustiça perpetrada e desejam sinceramente inserir-se de novo na sociedade, oferecendo o seu contributo honesto”, destacou o Pontífice.
E fez um pedido: “A todos eles chegue concretamente a misericórdia do Pai que quer estar próximo de quem mais necessita do seu perdão”.
O Papa destacou ainda que os presos “poderão obter a indulgência, e todas as vezes que passarem pela porta da sua cela, dirigindo o pensamento e a oração ao Pai, que este gesto signifique para eles a passagem pela Porta Santa, porque a misericórdia de Deus, capaz de mudar os corações, consegue também  transformar as grades em experiência de liberdade”.
Misericórdia
Ao recordar seu pedido para que “a Igreja redescubra neste tempo jubilar a riqueza contida nas obras de misericórdia corporais e espirituais”, o Papa recordou que a experiência da misericórdia torna-se visível no testemunho de sinais concretos como o próprio Jesus nos ensinou”.
“Todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente obterá, sem dúvida, a indulgência jubilar. Daqui o compromisso a viver de misericórdia para alcançar a graça do perdão completo e exaustivo pela força do amor do Pai que não exclui ninguém. Portanto, tratar-se-á de uma indulgência jubilar plena, fruto do próprio evento que é celebrado e vivido com fé, esperança e caridade”.
Falecidos
O Papa explicou ainda que a indulgência jubilar poderá ser obtida também para quantos faleceram.
“A eles estamos unidos pelo testemunho de fé e caridade que nos deixaram. Assim como os recordamos na celebração eucarística, também podemos, no grande mistério da comunhão dos Santos, rezar por eles, para que o rosto misericordioso do Pai os liberte de qualquer resíduo de culpa e possa abraçá-los na beatitude sem fim”.
Remetendo ao seu magistério apresentado na Encíclica Laudato si, Francisco recordou que um dos graves problemas do nosso tempo é certamente a alterada relação com a vida: “uma mentalidade muito difundida já fez perder a necessária sensibilidade pessoal e social pelo acolhimento de uma nova vida”.
Aborto
Nesse contexto caótico, Francisco afirmou que “o drama do aborto é vivido por alguns com uma consciência superficial, quase sem se dar conta do gravíssimo mal que um gesto  semelhante comporta. Muitos outros, ao contrário, mesmo vivendo este momento como uma derrota, julgam que não têm outro caminho a percorrer”.
O Papa dedicou atenção especial às mulheres que recorreram ao aborto. “Conheço bem os condicionamentos que as levaram a tomar esta decisão. Sei que é um drama existencial e moral. Encontrei muitas mulheres que traziam no seu coração a cicatriz causada por esta escolha sofrida e dolorosa”.
O que aconteceu é profundamente injusto – sublinhou o Papa –  “contudo somente a sua verdadeira compreensão pode impedir que se perca a esperança. O perdão de Deus não pode ser negado a quem quer que esteja arrependido, sobretudo quando com coração sincero se aproxima do Sacramento da Confissão para obter a reconciliação com o Pai”.
Absolvição do pecado do aborto
Também por este motivo – destacou o Pontífice – “decidi conceder a todos os sacerdotes para o Ano Jubilar a faculdade de absolver do pecado de aborto quantos o cometeram e, arrependidos de coração, pedirem que lhes seja perdoado”.
Ao estender a absolvição do aborto a todos os sacerdotes, o Papa recomendou: “os sacerdotes devem se preparar para esta grande tarefa sabendo conjugar palavras de acolhimento genuíno com uma reflexão que ajude a compreender o pecado cometido, e indicar um percurso de conversão autêntica para conseguir entender o verdadeiro e generoso perdão do Pai, que tudo renova com a sua presença”.
Fraternidade São Pio X
Em suas últimas considerações, o Papa dirigiu um pensamento aos fieis que “por diversos motivos sentem o desejo de frequentar as igrejas oficiadas pelos sacerdotes da Fraternidade São Pio X”.
“Este Ano Jubilar da Misericórdia não exclui ninguém”, – assegurou o Pontífice. “De diversas partes, alguns irmãos Bispos referiram-me acerca da sua boa fé e prática sacramental, porém unida à dificuldade de viver uma condição pastoralmente árdua”, explicou.
“Confio que no futuro próximo se possam encontrar soluções para recuperar a plena comunhão com os sacerdotes e os superiores da Fraternidade”, auspiciou Francisco.
“Entretanto, movido pela exigência de corresponder ao bem destes fieis, estabeleço por minha própria vontade que quantos, durante o Ano Santo da Misericórdia, se aproximarem para celebrar o Sacramento da Reconciliação junto dos sacerdotes da Fraternidade São Pio X, recebam validamente e licitamente a absolvição dos seus pecados”.
O Papa encerrou sua mensagem “confiando na intercessão da Mãe da Misericórdia, recomendo à sua proteção a preparação deste Jubileu Extraordinário”. (RB)
Fonte: Site da Rádio Vaticano

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

MISSA DA INSTITUIÇÃO DOS ACÓLITOS E COROINHAS DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

Ainda em clima da Festa de Nossa Senhora da Consolação, aconteceu às 17h, desse domingo, 30 de agosto de 2015, a Celebração Eucarística presidida pelo pároco Frei Agostinho Morosini, O.A.R. e concelebrada pelo diácono permanente Ary de Paula Nascimento, na qual foram instituídos 9 (nove) acólitos e 17 (dezessete) coroinhas da Paróquia Nossa Senhora da Consolação.

A Santa Missa teve grande número de fiéis que vieram participar da alegria dessas crianças e jovens a se colocarem à disposição da Igreja em servir ao altar do Senhor, através das diversas celebrações litúrgicas que acontecem na igreja/matriz, assim como nas igrejas das comunidades eclesiais de base da Paróquia Nossa Senhora da Consolação.

Agradecemos com carinho a presença dos acólitos Luan Motta de Oliveira (Paróquia Nosso Senhor dos Passos), Amanda Teixeira (Paróquia São Pedro, apóstolo - catedral), João Paulo Gavi (Paróquia São João Batista - Muqui) e João Vitor Preato (Paróquia Nossa Senhora da Consolação), que deram o aporte necessário para o decoro da celebração eucarística.

Agradecemos, ainda, ao nosso pároco Frei Agostinho Morosini, O.A.R. pela confiança depositada no trabalho realizado com esses jovens e crianças.

E, por fim, agradecemos a Dona Ester Tibúrcio (Comunidade Imaculado Coração de Maria) pelo registros fotográficos.

Mais fotos no endereço: www.facebook.com/paroquiadaconsolacao 





MISSA DA UNIDADE DA FESTA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

Aconteceu na manhã do domingo, 30 de agosto de 2015, às 10h30, na Igreja/Matriz de Nossa Senhora da Consolação a Santa Missa, presidida pelo Pároco Frei Agostinho Morosini, O.A.R. e concelebrada pelos Vigários Paroquiais: Frei Enéas Berilli, O.A.R. e Frei Gustavo Barbiero Mello, O.A.R., que reuniu as diversas lideranças comunitárias da Paróquia Nossa Senhora da Consolação. Essa Missa recebeu o nome de unidade, a fim de refletirmos sobre a unidade paroquial e das ações evangelizadoras, enquanto paróquia.

Após a Celebração Eucarística foi partilhado um delicioso almoço, com a contribuição de todas as comunidades eclesiais de base da Paróquia Nossa Senhora da Consolação.

Agradecemos penhoradamente a cada pessoa que se doou nessa festa da unidade: cada membro de nossas comunidades, cada "menina" da cantina, em especial a "Preta", aos frades agostinianos recoletos e a Dona Ester Tibúrcio por ter registrado esse belo momento de nossa paróquia.

Créditos das fotos: Ester Tibúrcio.

Mais fotos no endereço: www.facebook.cm/paroquiadaconsolacao





sábado, 29 de agosto de 2015

REFLEXÃO PARA O 22º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Cidade do Vaticano (RV) - A primeira leitura, tirada do Deuteronômio, nos diz que a maneira de divulgar a fé em Deus, em uma terra pagã, é viver fielmente seus mandamentos. As pessoas que não conhecem Deus, mas observam nossas atitudes e os atos daqueles se dizem cristãos, irão acreditar ou não, dependendo da justiça e da bondade de nossas ações. Deus, com sua bondade e sabedoria, está presente em nosso agir, através do modo de como encaramos a vida.
Vejamos nisso, nossa responsabilidade perante nossos colegas de trabalho, conhecidos de clube, vizinhos do condomínio onde vivemos. Se eles não possuem fé, não conhecem Deus e, pelo contrário, apregoamos que somos cristãos, nossa responsabilidade é imensa e nossa vida deverá ser um eterno apostolado, não por palavras, mas por postura de vida.
No Evangelho, Jesus é questionado sobre a pureza dos atos, isto é, quando um ato é puro ou impuro. O Senhor diz que a pureza dos atos vem de dentro do homem e não de fora como pregavam os judeus.
Para Ele, a pureza ou impureza é fruto de uma opção de vida. Se faço uma opção, se meu coração opta por fazer o bem, estou puro. Isso foi o que o Senhor quis dizer ao falar que "é de dentro do coração humano que saem as más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho e falta de juízo". E Ele conclui "Todas essas coisas más saem de dentro e são elas que tornam impuro o homem."
Mesmo se, veladamente, vivencio esses maus desejos, corro perigo, pois estou a um passo da concretização. É, realmente, uma questão de opção.
E, ao contrário, se minha vida fosse uma opção pelo bem, pelo desprendimento, pelo perdão e pela generosidade, como seria pura e límpida a minha luz! Como ela brilharia e seria claridade para tantas pessoas; como eu seria reflexo da Luz!
Queridos irmãos, sejamos filhos da Luz, filhos da Verdade, filhos do Amor!
As pessoas que estão ao nosso lado, e no nosso mundo são carentes desses valores. Nós os conhecemos porque conhecemos Deus. Ele se revelou a nós em Jesus Cristo. Vamos praticar a opção pelo bem, feita no Batismo, para que as pessoas que nos cercam, sejam felizes e o mundo, inundado de Amor. (Padre César Augusto dos Santos)
Fonte: Site da Rádio Vaticano

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

28/8: SANTO AGOSTINHO, FUNDADOR, BISPO E DOUTOR DA IGREJA

Depois de “perder” sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade
Celebramos neste dia a memória do grande Bispo e Doutor da Igreja que nos enche de alegria, pois com a Graça de Deus tornou-se modelo de cristão para todos. Agostinho nasceu em Tagaste, no norte da África, em 354, filho de Patrício (convertido) e da cristã Santa Mônica, a qual rezou durante 33 anos para que o filho fosse de Deus.
Aconteceu que Agostinho era de grande capacidade intelectual, profundo, porém, preferiu saciar seu coração e procurar suas respostas existentes tanto nas paixões, como nas diversas correntes filosóficas, por isso tornou-se membro da seita dos maniqueus.
Com a morte do pai, Agostinho procurou se aprofundar nos estudos, principalmente na arte da retórica. Sendo assim, depois de passar em Roma, tornou-se professor em Milão, onde envolvido pela intercessão de Santa Mônica, acabou frequentando, por causa da oratória, os profundos e famosos Sermões de Santo Ambrósio. Até que por meio da Palavra anunciada, a Verdade começou a mudar sua vida.
O seu processo de conversão recebeu um “empurrão” quando, na luta contra os desejos da carne, acolheu o convite: “Toma e lê”, e assim encontrou na Palavra de Deus (Romanos 13, 13ss) a força para a decisão por Jesus:“…revesti-vos do Senhor Jesus Cristo…não vos abandoneis às preocupações da carne para lhe satisfazerdes as concupiscências”.
Santo Agostinho, que entrou no Céu com 76 anos de idade (no ano 430), converteu-se com 33 anos, quando foi catequizado e batizado por Santo Ambrósio. Depois de “perder” sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade. Isto, até ser ordenado Sacerdote e Bispo de Hipona, santo, sábio, apologista e fecundo filósofo e teólogo da Graça e da Verdade.
Santo Agostinho, rogai por nós!
Fonte: Site da Canção Nova