As acusações se referem a casos de abusos sexuais cometidos por ele quando exercia as suas funções diplomáticas na América Central.
“A gravidade das acusações levou o departamento de investigações a tomar uma medida restritiva. Devido à situação de saúde do imputado, comprovada pela documentação médica, a ação consiste em prisão domiciliar com as devidas limitações, em locais situados no interior da Cidade Estado do Vaticano”, diz o comunicado assinado pelo Diretor da Sala de Imprensa, Pe. Federico Lombardi.
“A iniciativa tomada pelos órgãos judiciais do Estado segue a vontade expressa do Papa para que um caso tão sério e delicado seja abordado sem demora, com a justiça e o rigor necessários, com assunção plena de responsabilidade das instituições que fazem parte da Santa Sé”, completa a nota do Vaticano.
Jozef Wesolowski, 66 anos, que foi nomeado por João Paulo II, foi núncio na República Dominicana entre 2008 e 2013. Chamado de volta a Roma pelo Papa Francisco em agosto do ano passado, quando surgiram as primeiras denúncias, no Vaticano foi submetido ao primeiro julgamento canônico e, em seguida, ao julgamento criminal.
Além do processo penal que enfrenta no Vaticano, tanto a Justiça polonesa como a República Dominicana apresentaram acusações contra o ex-núncio por pedofilia.
(CM)
Fonte: Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2014/09/24/em_pris%C3%A3o_domiciliar_ex-n%C3%BAncio_acusado_de_abusos/bra-827143 do site da Rádio Vaticano
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