sábado, 25 de maio de 2013

REFLEXÃO PARA FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE


Cidade do Vaticano (RV) - A Palavra de Deus sugerida para esta solenidade, começa com um texto extraído do Livro dos Provérbios, concretamente o trecho em que se fala da Sabedoria.

Ela nos é apresentada como personificação da vontade de Deus. Ela cria um mundo verdadeiro e belo, fiel à vontade do Pai! Ela é Vida!

João, em seu Evangelho, fala da ação do Espírito, o Espírito da Verdade, que recorda a todos o que ouviu do Senhor Jesus que, por sua vez, recebeu do Pai. Jesus agora, após a ascensão, fala pelo Espírito, que tem a missão de nos conduzir ao conhecimento pleno da Verdade.

Na Carta aos Romanos, Paulo nos fala de sua e de nossa justificação com o Pai, através da Redenção de Jesus Cristo. Disso brota o sentimento de paz e um profundo e grande reconhecimento da caridade de Deus, que nos liberta de nossas limitações e da morte. O projeto da Redenção, possibilitou a Encarnação do Verbo, a presença no mundo da Sabedoria de Deus. “Cristo crucificado é poder de Deus e sabedoria de Deus”, escreveu Paulo em 1Cor 1,24.

O Apóstolo dá destaque às tribulações, aos revezes provenientes com a prática da fé e nos diz que elas nos levam à esperança de sermos acolhidos pelo amor de Deus. Esse amor, continua Paulo, não nos decepciona, mas ocupa o primeiro lugar, deixando a justificação e a justiça para o segundo plano. Portanto, quem triunfa é o amor, por isso a paz em nossa vida.

O Espírito constrói em nós uma vida nova. De fato, em Cristo somos novas criaturas, somos no Filho. E se somos filhos de Deus, entre nós somos irmãos.

Assim, somos chamados a essa unidade, à vida nova daqueles que professam a fé em Cristo ressuscitado, irmãos do mesmo Pai, na unidade do Espírito Santo, que nos anima e vivifica no Amor da Santíssima Trindade.
Fonte: Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2013/05/25/reflexão_para_ssma._trindade/bra-695388 do site da Rádio Vaticano

quinta-feira, 23 de maio de 2013

10º ENCONTRO ESTADUAL DAS CEB's


O encontro será na Escola CELP – Paróquia Nosso Senhor dos Passos, em Cachoeiro de Itapemirim – ES, nos dias 24 a 26 de maio de 2013 e terá como tema: “CEBs Capixabas, Justiça e Profecia a Serviço da Vida”

Programação:
DIA 24 DE MAIO DE 2013 (Sexta-feira):

Coordenação: Diocese de Cachoeiro

A partir das 16h: Credenciamento
19h: Jantar
20h: Animação e acolhida por diocese
Celebração: Diocese de Colatina (contexto histórico).
20h30min: Abertura com Dom Dario Campos
20h45min: Análise de Conjuntura Eclesial – Pe. Helder Salvador.
21h45min: Encaminhamentos do encontro e encaminhamento dos delegados às famílias hospedeiras.

DIA 25 DE MAIO (Sábado):
Coordenação da manhã: Arquidiocese de Vitória

7h: Café nas famílias
8h: Celebração da manhã: Arquidiocese de Vitória
8h30min: Apresentação do VER por diocese, na seguinte ordem: Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, São Mateus e Vitória (15 minutos cada).
Preparar o ver, em vídeo, com testemunhos, respondendo à questão: QUE SINAIS PROFÉTICOS ENCONTRAMOS DENTRO DA REALIDADE DAS CEBs?
10h: Cafezinho
10h30min: ILUMINAR BÍBLICO: Panorâmica do profetismo na Bíblia – Pe. Andherson Franklin Lustosa de Souza
11h30min: Fala do assessor nacional: Pe. Benedito Ferraro, Campinas – SP.
12h30min: Almoço
Coordenação da tarde: Diocese de Colatina
14h: Fila do povo
14h30min: AGIR
Metodologia: Grupos de 20 pessoas por diocese
Questões:
1) QUE AÇÕES TRANSFORMADORAS PROPOMOS PARA FORTALECER A JUSTIÇA E A PROFECIA EM TERRAS CAPIXABAS? (propor 3 para a Diocese);
2) PROPOR UMA AÇÃO CONJUNTA ÀS 4 DIOCESES.
15h30min: Cafezinho
16h: Mini-plenário (Por Diocese): Escolher as três propostas da 1ª questão para as dioceses.
17h30min: Grande plenário para responder e definir a segunda questão.
18h30min: Fala de Pe. Benedito
19h: jantar
20h: Show cultural (Sebastião da PJ – Farinhada)
22h: Volta às famílias.

DIA 26 DE MAIO (Domingo – Solenidade da Santíssima Trindade)
Coordenação: Diocese de São Mateus

7h: Café nas famílias
8h: Celebração da manhã: Diocese de São Mateus
8h15min: Fala de Pe. Benedito Ferraro.
9h: Encaminhamentos para o 13º Intereclesial: Brás
9h15min: Fila do povo
9h45min: Cafezinho, recepção dos romeiros e preparação para a caminhada e a Missa.
10h: Saída da caminhada para a Catedral e Santa Missa presidida por Dom Dario Campos, ofm.
12h: Almoço e encerramento.

"SEM O SAL DE JESUS, NOS TORNAMOS CRISTÃOS DE MUSEU", ADVERTIU O PAPA

Cidade do Vaticano (RV) – Os cristãos devem difundir o sal da fé, da esperança e da caridade: esta é a exortação do Papa Francisco na Missa desta manhã na capela da Casa Santa Marta.

Concelebraram com o Papa dois cardeais (Angelo Sodano e Leonardo Sandri) e o Arcebispo boliviano de La Paz, Dom Edmundo Abastoflor Montero.

Na sua homilia, o Pontífice falou do sabor que os cristãos são chamados a dar à própria vida e a dos outros. O sal que nos dá o Senhor é o sal da fé, da esperança e da caridade. Mas devemos estar atentos, advertiu Francisco, para que este sal não se torne insípido e para que não perca a sua força:

“O sal tem sentido quando dá sabor às coisas. Também penso que o sal mantido num recipiente, com a umidade, perde força. O sal que recebemos é para doá-lo, para dar sabor, para oferecê-lo. Do contrário, se torna insípido e não serve. Devemos pedir ao Senhor para que não nos tornemos cristãos com o sal insípido, com o sal da garrafa. Mas o sal tem também outra particularidade: quando bem usado, não se sente o seu gosto, sente-se o sabor do alimento: o sal ajuda que o alimento seja mais saboroso. Esta é a originalidade cristã!”

Originalidade, todavia, que não significa uniformidade. Cada cristão tem o seu sabor, com os dons que o Senhor lhe deu, pois o sal que não deve ficar somente dentro de nós, mas deve ser usado de dois modos. O primeiro: dar o sal a serviço das refeições, a serviço das pessoas, a serviço dos outros. Segundo: a transcendência para o autor do sal, o Criador, através da oração e da adoração:

“Assim o sal se mantém, não perde o seu sabor. Com a adoração, eu transcendo de mim mesmo para o Senhor. E com o anúncio evangélico, eu saio de mim para dar a mensagem. Mas se não fizermos isso – essas duas transcendências – o sal permanecerá no recipiente e nós nos tornaremos cristãos de museu.”

 

terça-feira, 21 de maio de 2013

FESTA DE SÃO JOÃO BATISTA EM MUQUI


A Paróquia São João Batista, da cidade de Muqui, anuncia a programação para os festejos do seu padroeiro e, também, padroeiro da cidade menina do Espírito Santo.

Essa paróquia é administrada pelos frades da Ordem dos Agostinianos Recoletos da Província Santa Rita de Cássia, atualmente, o pároco é Frei Gracione e o vigário é Frei Agostinho.

Fonte: Site Oficial da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim

PAPA: "NÃO DEVE HAVER LUTA DE PODER NA IGREJA"

Cidade do Vaticano (RV) – “Para o cristão, progredir significa abaixar-se como fez Jesus” – ressaltou o Papa na missa celebrada na manhã desta terça, 21, na Casa Santa Marta. Francisco reiterou ainda que o verdadeiro poder é o serviço e que não deve haver luta pelo poder na Igreja.

O Diretor de Programação da RV, Pe. Andrzej Koprowski sj e um número expressivo de jesuítas que trabalham na emissora concelebraram com o Papa. Estavam também presentes Maria Voce e Giancarlo Faletti, presidente e vice-presidente do Movimento dos Focolares.

Como de costume, o Papa refletiu sobre o episódio narrado no Evangelho do dia, e neste caso, falou a respeito dos discípulos, que discutiam sobre quem era o mais poderoso enquanto Jesus narrava a sua Paixão. “A luta pelo poder na Igreja – observou – não é coisa destes dias...”. E lembrou:

“O verdadeiro poder é o serviço. Como Ele fez, que veio para servir e não para ser servido. Ele se rebaixou até a morte de Cruz por nós, para nos salvar. E não existe na Igreja nenhum outro caminho para progredir. Se não aprendermos esta regra cristã, jamais entenderemos a verdadeira mensagem de Jesus sobre o poder”.

Continuando, Francisco disse que o maior serviço é o serviço aos outros: esta é a regra. E, todavia, desde as origens até hoje, houve sempre “lutas de poder na Igreja”, inclusive “em nosso modo de falar”, como por exemplo – citou – o verbo ‘promover’.

“A verdadeira promoção é a promoção à humilhação, pois é a que mais se assemelha a Jesus”.

No final da homilia, Francisco recordou que Santo Inácio de Loyola, nos Exercícios Espirituais, pedia ao Senhor Crucificado “a graça das humilhações”.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

22 DE MAIO: DIA DE SANTA RITA DE CÁSSIA

Nasceu em Roccaporena (Cássia), ao redor de 1380. Foi filha única. Jovem ainda quis entrar na vida religiosa. Diante da insistência de seus pais, casou-se, aos quatorze anos, com um jovem de família importante, mas de caráter áspero. A bondade de Rita. venceu as asperezas do marido e tornou possível uma vida de paz e concórdia. Após 18 anos de casamento, seu marido foi assassinado. Rita não só perdoou os assassinos, como expôs a Deus seus desejos: Preferia ver morto seus filhos a vê-los vingar a morte de seu pai.

Pouco depois, morreram seus filhos. Rita ficou sozinha, mas com o coração cheio de amor, decidiu realizar os sonhos de sua juventude: ser religiosa. Depois de muitas contrariedades, conseguiu ser admitida no mosteiro agostiniano de Santa Maria Madalena de Cássia. Foi religiosa uns quarenta anos.

Durante os últimos quinze anos, levou o estigma de um espinho da Paixão do Senhor. Morreu na noite de sábado 22 de maio de 1457, segundo o calendário atual. Foi característica de Rita passar por todos os estados da vida, superando o sofrimento com amor generoso e com um profundo espírito de penitência, e sendo sempre mensageira de paz e reconciliação.

No Santuário de Nossa Senhora da Consolação haverá missas nos horários de costume às 06h30min e às 19h00min, com a bênção das rosas e pétalas de rosa em honra a Santa Rita de Cássia (cada fiel deve trazer sua rosa).

Fonte: Site Oficial da Ordem dos Agostinianos Recoletos

"A ORAÇÃO CONSTANTE PODE FAZER MILAGRES", AFIRMA O PAPA

Cidade do Vaticano (RV) - Como garante Jesus no Evangelho, é verdade que “tudo é possível a quem crê”: assegurou o Papa Francisco, nesta segunda-feira de manhã, na homilia da missa celebrada na capela da Casa Santa Marta, com um numeroso grupo de jornalistas da Rádio Vaticano.

O Papa comentou o Evangelho do dia, com o caso de um jovem há muito anos em situação de grave mal-estar atribuído à possessão diabólica. O pai suplica a Jesus que intervenha: “Se podes fazer alguma coisa, tem piedade de nós e ajuda-nos!” “Tudo é possível a quem acredita” – responde Jesus. “Eu creio, ajuda a minha pouca fé” – responde, “em altos brados”, o pai. E o Senhor intervém, entregando-lhe o filho são e salvo. À parte, os discípulos interpelam Jesus: por que é que nós não tínhamos conseguido expulsar este espírito maligno, e tu sim? Só com a oração é que se consegue – adverte Jesus.

Francisco convidou pois a uma oração confiante, cheia de fé. E sugeriu que peçamos a Jesus, repetidamente, ao longo do dia, como o pai de que fala o Evangelho: “Eu creio, Senhor, mas ajuda a minha pouca fé”.

Como exemplo de uma situação semelhante, no nosso tempo, o Papa Francisco contou a história de um casal argentino que tinha uma filha de sete anos que os médicos tinham declarado um caso perdido, com apenas algumas horas de vida. Aflito, o pai deixou o hospital e foi para o santuário de Nossa Senhora de Luján, a mais de duas horas de viagem. Quando ali chegou, encontrou tudo fechado, mas ficou horas e horas, toda a noite, agarrado às grades do santuário, gritando a sua dor e invocando a intervenção do céu para a filha que estava a morrer.

Aquele homem, cheio de fé, “combateu com Deus”, com a sua oração insistente – comentou o Papa Francisco. De manhã, voltou à cidade e encontrou a esposa banhada em lágrimas, no hospital. “Não entendo nada!” – dizia-lhe ela. Contrariamente à sentença dos médicos, a filha não tinha morrido, mas se encontrava - inexplicavelmente - curada. Ainda hoje há milagres – comentou, o Papa. Rezemos com fé. E peçamos ao Senhor que aumente a nossa pouca fé.

Fonte: Texto proveniente da página
http://pt.radiovaticana.va/news/2013/05/20/a_oração_constante_pode_fazer_milagres,_afirma_o_papa/bra-693702 do site da Rádio Vaticano

sábado, 18 de maio de 2013

REFLEXÃO PARA SOLENIDADE DE PENTECOSTES

Cidade do Vaticano (RV) - O Evangelho de João nos apresenta Jesus, na tarde do Domingo de Páscoa, soprando o Espírito sobre seus discípulos, que estão reunidos no Cenáculo a portas fechadas com medo dos judeus.

Colocar Jesus agindo na tarde de Páscoa significa que Ressurreição e Pentecostes estão unidos. O Espírito vem quando a Comunidade está reunida para celebrar a memória da morte e ressurreição de Jesus.

O sopro de Jesus, dando o Espírito, nos recorda o sopro do Pai sobre o homem feito de barro, dando-lhe a vida. Jesus sopra sobre a Comunidade dando-lhe Vida, criando a Igreja.

Estar com as portas fechadas significa o bloqueio em que se encontram para testemunhar Jesus Ressuscitado. É a presença do Espírito que leva à continuidade da missão do Senhor, a instaurar a vitória da Vida.
Medo é sinal de morte, por isso eles, sem o Espírito estão amedrontados, ainda dominados pelo poder da morte.
O sopro de Jesus dá a Vida, dá o Espírito Santo que faz nova todas as coisas.

Essa nova Humanidade forjada pela redenção, pela ressurreição de Jesus, porta o Espírito do Senhor para continuar sua missão salvífica.

Evidentemente essa missão redentora terá sua expressão no perdoar e no reter os pecados.
Pecado é ir contra a liberdade e a vida. Se existe o arrependimento e o propósito de mudança, existe o sinal da presença do Espírito. Contudo, se existe a perseverança no erro, na opção pela morte, se torna impossível perdoar – restituir a vida – já que a opção da própria pessoa foi a morte.
Entendamos, não é a Igreja que não perdoa, ela não tem essa missão, ao contrário, ela trabalha o arrependimento favorecendo condições para isso, mas depende da pessoa abrir ou não seu coração ao Espírito. Será o Espírito, que é o Espírito da Vida, que provocará o arrependimento, que perdoará.

Peçamos ao Espírito Santo, o Espírito da Vida, da União, do Amor, que venha sobre nós, sobre as pessoas que amamos, sobre todos e recrie em nós o Homem segundo o Coração de Jesus, segundo os desejos de Deus. Assim, a partir de onde vivemos, o mundo será outro, será verdadeiramente um mundo onde reina a justiça e a paz. Não tenhamos medo de anunciar a Vida, de irmos contra a cultura de morte que nos é imposta através do consumismo, da valorização do prestígio, do ter, do levar vantagem e de tantas propostas que levam o Homem à escravidão e à morte.

Permitamos ao Espírito nos renovar, destruir em nós aquilo que é caduco, voltado à finitude, nos recriando como cidadãos livres!

Sejamos irmãos e filhos no Espírito.

Fonte: Texto proveniente da página h
ttp://pt.radiovaticana.va/news/2013/05/18/reflexão_para_solenidade_de_pentecostes/bra-693222 do site da Rádio Vaticano

"AS FOFOCAS DESTROEM A IGREJA", AFIRMA PAPA FRANCISCO

Cidade do Vaticano (RV) – O cristão deve vencer a tentação de se envolver na vida dos outros: foi o que disse o Papa Francisco na missa celebrada esta manhã na capela da Casa Santa Marta, na presença de líderes do Caminho Neocatecumenal e de Comunhão e Libertação.

Francisco destacou que fofocas e invejas fazem muito mal à comunidade cristã e que não se pode “dizer somente a metade que nos convém”.

“Que te importa?”: o Papa desenvolveu a sua homilia partindo desta pergunta feita por Jesus a Pedro, que tinha se envolvido na vida de outra pessoa, na vida do discípulo de João. Primeiramente, o que perturba é comparação, compararmo-nos com os outros. Com isso, “acabamos na inveja, e a inveja enferruja a comunidade cristã” – disse o Pontífice. Em segundo lugar, o que prejudica são as fofocas:

“Quantas fofocas na Igreja! Quanto falamos, nós os cristãos! A fofoca é fazer-nos mal, ferir um ao outro... É como querer diminuir o outro: ao invés de crescer, faço com que o outro fique menor e eu me sinto maior. Isso não é bom. São como as balas de mel. Depois de muitas, vem a dor de barriga. A fofoca é assim. É doce no início e depois destrói, destrói a alma. As fofocas são destrutivas na Igreja!”

Ao falar mal dos outros, fazemos três coisas: a desinformação, a difamação e a calúnia. “Todas as três são pecado”, disse o Papa. E o próprio Jesus nos indica o caminho, ao dizer a Pedro: O que te importa? Segue-me:

“‘É bela esta palavra de Jesus, tão clara, tão amorosa para nós. A salvação está em seguir Jesus. Peçamos hoje ao Senhor que nos dê esta graça de não nos envolver na vida dos outros e de seguir Jesus e o seu caminho”.

Fonte: Texto proveniente da página
http://pt.radiovaticana.va/news/2013/05/18/as_fofocas_destroem_a_igreja,_afirma_papa_francisco/bra-693276 do site da Rádio Vaticano

quarta-feira, 15 de maio de 2013

ENTREGA DO DÍZIMO NO PRÓXIMO FINAL DE SEMANA

No próximo final de semana, dias 18 e 19 de maio de 2013, acontece na Paróquia Nossa Senhora da Consolação a entrega/devolução do dízimo pelos dizimistas que contribuem com o trabalho de evangelização da Igreja, bem como na manutenção do templo, pagamentos de contas, funcionários, etc.

Deixamos uma frase para você pensar: "Não se sinta obrigado a contribuir com seu dízimo: sinta-se convidado." E caso sinta-se convidado a ser mais um que partilha com a Comunidade um pouco daquilo que recebe de Deus, procure a Secretaria Paroquial ou a sua Comunidade Eclesial de Base.

Deus lhe pague!

O BISPO E O PADRE DEVEM SER PASTORES E NÃO LOBOS, DISSE O PAPA


Cidade do Vaticano (RV) - Na manhã desta quarta-feira, um grupo de jornalistas da Rádio Vaticano participou da Santa Missa celebrada pelo Santo Padre na Capela da Casa Santa Marta, no Vaticano.

Na sua homilia, o Papa Francisco, comentando as leituras do dia, falou de modo especial sobre a missão do bispo e do padre, além do carinho que deve existir entre eles e a Comunidade dos cristãos.

Ser padre, ser pastor é ser para os outros. Ninguém é ordenado sacerdote para si mesmo, mas para o Povo de Deus, disse-nos o Pontífice, se referindo à primeira leitura, extraída dos Atos dos Apóstolos.
O bispo e o padre devem ser pastores e não lobos, que não poupam o rebanho. O bispo e o sacerdote poderão ser lobos de dois modos, recordou o Papa, citando Santo Agostinho: quando comem a carne do rebanho ou quando usam a lã, ou seja, comer a carne é se aproveitar dos recursos do rebanho, favorecer-se com os recursos do Povo de Deus; usar a lã é ser vaidoso, querer ser tratado de modo diferente, como centro das atenções, ter privilégios. Em nenhum dos casos o bispo e o padre servem, mas desejam ser servidos. Não são sacerdotes para o povo, mas para eles mesmos.

Francisco nos recordou que Paulo foi tecelão e disse nos Atos que suas mãos proveram suas necessidades e as de seus companheiros.

Encerrando, o Santo Padre voltou a falar do querer bem entre os pastores e o Povo de Deus. Citou os versículos finais dos Atos, quando Lucas escreveu que os cristãos se lançaram ao pescoço de Paulo para abraçá-lo principalmente porque ele havia dito que eles já não o veriam mais.

O Papa recomendou que o Povo reze sempre por seus pastores.(CAS)

terça-feira, 14 de maio de 2013

O PAPEL DAS UNIVERSIDADES NA TRANSMISSÃO DA FÉ

Cidade do Vaticano (RV) – “Novos tempos, novos sentidos” é o tema do Congresso Mundial de Universidades Católicas, que se realizará na PUC Minas, em Belo Horizonte, de 18 a 21 de julho.

São esperados estudantes, professores e funcionários de universidades católicas de todos os continentes, que podem se inscrever pelo site www.cmuc.pucminas.br.

O Programa Brasileiro contatou a Assessora do Setor Universidades da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Ir. Maria Eugênia Lloris Aguado, que fala do papel das universidades na transmissão da fé:

“Muitas universidades católicas têm o que chamamos de ‘Pastoral Universitária’, que realiza eventos, atividades concretas, às vezes acompanhamento à própria comunidade, mas nós aqui no Brasil falamos muito de uma ‘universidade na pastoral’, onde a própria estrutura universitária cumpra sua missão de transmitir valores e formar pessoas que façam a diferença na hora de assumir suas responsabilidades na sociedade. A universidade pode espalhar e criar essa necessidade de busca da fé, acompanhando toda essa juventude. Muitos deles chegam à universidade tendo participado ativamente de movimentos ou nas paróquias, jovens de formação católica. Mas muitas vezes, quando chega à universidade, se veem confrontados com novas teorias, ideais, professores, questionamentos. A universidade é um lugar da pluralidade, da diferença. E nesse momento, os jovens sentem que muitas perguntas que estavam presentes em seu dia a dia não conseguem respostas. A universidade pode ajudar oferecendo um acompanhando explícito a esta comunidade acadêmica, para que todas as perguntas nascidas do embate fé-razão possam encontrar uma resposta. A universidade é o local da pergunta, mas é o lugar também da resposta.”

Fonte: Texto proveniente da página
http://pt.radiovaticana.va/news/2013/05/14/o_papel_das_universidades_na_transmissão_da_fé/bra-691914 do site da Rádio Vaticano