quarta-feira, 31 de agosto de 2016

PAPA EXORTA CARDIOLOGISTAS A PRESTAR ASSISTÊNCIA AOS POBRES

Cidade do Vaticano (RV) – Após a Audiência Geral desta quarta-feira (31/08), o Papa se dirigiu ao Centro de Congressos Fieira de Roma, onde pronunciou um discurso aos participantes do Congresso Mundial de Cardiologia, promovido pela Sociedade Europeia de Cardiologia. Tomam parte do evento 35 mil médicos provenientes de 140 países.

Ao agradecer a todos pelo compromisso científico e pela dedicação aos tantos enfermos, Francisco disse que o “coração” se reveste de tantas simbologias:

“Pelas suas mãos passa o centro pulsátil do corpo humano. Portanto, a sua responsabilidade é grande! Tenho certeza de que, diante deste livro da vida, que ainda tem tantas páginas para serem preenchidas, os senhores agem com trepidação e senso de temor”.

Igreja e Ciência

O Magistério da Igreja, - disse o Pontífice, - sempre afirmou a importância da pesquisa científica sobre a vida e a saúde das pessoas. Também hoje “a Igreja não só os acompanha neste caminho tão árduo, mas se faz promotora e propulsora no seu trabalho para o bem das pessoas:

“A natureza em toda a sua complexidade, como também a mente humana são criaturas de Deus. O estudioso pode e deve investigá-las, sabendo que o desenvolvimento das ciências filosóficas e empíricas e das competências práticas, que servem aos mais frágeis e doentes, é um serviço importante que se inscreve no projeto divino”.

A abertura às graças de Deus, feita pela fé, – explicou o Papa – não fere a mente. Pelo contrário, a impele a um conhecimento da verdade mais amplo e útil em prol da humanidade.

No entanto, – acrescentou – sabemos que também o cientista nunca é imparcial na sua descoberta. Ele é portador da sua história e do seu modo de ser e pensar. Cada um sente a necessidade de uma espécie de purificação, que distancia a toxinas e envenenam a razão na busca da verdade e da certeza, que leva a observar, com maior intensidade, a essência das coisas.

Não  podemos negar, – afirmou o Papa – que o conhecimento, mesmo o mais preciso e científico, precisa progredir através de questionamentos sobre a origem, o sentido e a finalidade da realidade, inclusive sobre o homem. No entanto, as ciências naturais e físicas sozinhas não são suficientes para compreender o mistério que cada um traz em si. E observou:

Descarte

“Se olharmos o homem na sua totalidade – desculpem se insisto neste tema – também podemos visar, com particular intensidade, os mais pobres, os mais desprezados e marginalizados. Que eles também sejam alvo dos seus cuidados, assistência e das estruturas sanitárias públicas e particulares. Que não haja descartados nesta cultura que nos é proposta.

Com a sua preciosa atividade, - disse o Papa aos médicos – vocês podem contribuir para sarar o corpo do doente e, ao mesmo tempo, ter a responsabilidade de verificar que há leis impressas na própria natureza que ninguém pode violar, mas apenas “descobrir, usar e dispor”, para que a vida possa corresponder sempre mais às intenções do Criador.

Por isso, - concluiu Francisco – é importante que o homem da ciência, enquanto se confronta com o grande mistério da existência humana, não se deixe arrastar pela tentação de sufocar a verdade:
“Renovo-lhes meu apreço pelo seu trabalho - e aqui o Papa disse espontaneamente: "Eu também estive nas mãos de alguns de vocês". - e peço ao Senhor que abençoe a pesquisa e os cuidados médicos, de modo que possa chegar a todos o alívio do sofrimento, uma maior qualidade de vida e um progressivo sentido de esperança e aquela luta de todos os dias - acrescentou o Papa - para que não haja descartados na vida humana”. (MT)

Fonte: Site da Rádio Vaticano

terça-feira, 30 de agosto de 2016

5º DIA DA NOVENA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

E com o passar do tempo, chegamos ao 5º dia da Novena em preparação à Solenidade de Nossa Senhora da Consolação com a Celebração Eucarística presidida pelo pároco Frei Silvestre Brunoro, O.A.R. auxiliar pelos acólitos e ministros extraordinários da distribuição da Eucaristia.

Em sua homilia Frei Silvestre exortou ao presentes que é muito fácil dizer que Jesus é o Senhor e reconhecer Jesus como Filho de Deus, pois isso até os demônios reconhecem, conforme o santo Evangelho desta terça-feira da 22ª semana do tempo comum. O difícil é fazer-se seguidor de Jesus e testemunhá-lo em ações concretas do nosso dia a dia.

Antes da bênção final o grupo do terço dos homens da Comunidade Eclesial de Base "Nossa Senhora das Graças", Bairro Guandu, fez uma pequena homenagem à Nossa Senhora da Consolação.

Agradecemos a Sra. Ester Tibúrcio pelo registro das fotos.






segunda-feira, 29 de agosto de 2016

4º DIA DA NOVENA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

No dia em que a Igreja celebrou a festa do Martírio de São João Batista, o último e o maior dos profetas, a Paróquia Nossa Senhora da Consolação no seu 4º dia da novena em preparação à Solenidade de sua padroeira, recebeu para presidir a Eucaristia o Frei Jonas Gusson, O.A.R. (pároco da Paróquia São João Batista) que atualmente reside na cidade de Muqui (ES).

Em sua homilia, Frei Jonas refletiu sobre João Batista como uma pessoa livre e aberto à proposta de Deus para sua vida, e nesse liberdade em Deus não teve como temer em denunciar os fatos errados de sua época, que culminou com o seu martírio, e encorajou os presentes a serem livre, a fim de denunciar as mazelas que atualmente nos é imposta por diversas situações, assim como fez São João Batista à sua época.

A Comunidade Eclesial de Base "São Domingos Sávio", do Bairro Recanto II, fez uma singela oferta de flores à Nossa Senhora da Consolação, ao término da Santa Missa.


domingo, 28 de agosto de 2016

3º DIA DA NOVENA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

O terceiro dia da Novena em preparação à Solenidade de Nossa Senhora da Consolação teve um tom especial, porque a Igreja Universal, no dia 28 de agosto de cada ano, rende graças a Deus por Santo Agostinho, bispo e doutor da Igreja e, também, fundador das famílias agostinianas.

A Celebração Eucarística do 3º dia da novena foi presidida por Frei João Constantino Junqueira Netto, O.A.R. sendo auxiliado pelo diácono permanente Sérgio Ricardo Secchim Ribeiro e pelos acólitos da Paróquia de Nossa Senhora da Consolação.

Frei João na homilia exaltou a vida de Santo Agostinho, que somente se tornou Santo por conta de sua mãe Santa Mônica, cuja festa litúrgica foi celebrada no dia 27 de agosto, e a importância das reflexões desse santo do Século I até os dias de hoje para a Igreja, assim como para o mundo culto da Filosofia e das demais ciências, que recorrem às reflexões de Santo Agostinho.

Ao término da Santa Missa aconteceu a apresentação do cantor Lucas Ramos Grasseli no pátio da igreja/matriz.





CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA DO DIA DE SANTO AGOSTINHO

Durante o período da Novena em preparação à Solenidade de Nossa Senhora da Consolação é costume acontecer uma Celebração Eucarística na qual rezamos por todas as comunidades, com seus agentes de pastoral e demais membros que ajudam a Igreja na ação de evangelização.

Neste ano, essa celebração aconteceu no dia muito especial para os Agostinianos Recoletos, 28 de agosto, pois é o dia de Santo Agostinho, bispo e doutor da Igreja e, também, aquele que "fundou" e organizou como os monges deveriam viver, numa só casa, numa só alma e num só coração.

A celebração da Santa Missa foi presida pelo pároco Frei Silvestre Brunoro, O.A.R. e, a partir do Evangelho, exortou aos presentes na celebração que o "ser pastor", não é uma atividade somente dos ministros ordenados, mas de todo povo de Deus e sobre, a persistência na escuta da Palavra de Deus, na comunhão fraterna e na eucaristia.

Após a Santa Missa aconteceu o tradicional almoço comunitário.







28 DE AGOSTO: SANTO AGOSTINHO, BISPO E DOUTOR DA IGREJA

A vida de Santo Agostinho (354-430) desenvolve-se numa época de crise, e transição. Desmoronava o império romano sob a pressão das invasões dos bárbaros. No dia 28 de agosto Hipona estava sitiada. Agostinho morria vivendo profundamente aquele drama de dor. Embora confiasse em Deus, não podia alhear-se aos sofrimentos de seu povo.

Desde sua ordenação sacerdotal (391), mas sobretudo desde a ordenação episcopal (395), identificara-se com a causa de Deus no serviço da Igreja. Procurar a unidade eclesial foi sua grande preocupação. Fundou comunidades religiosas para viver em profundidade esta unidade e quis que elas fossem sinal e fermento desta unidade.

Na expressão de São Possídio, Agostinho, depois de sua morte, permaneceu triunfalmente vivo nos livros que legou à posteridade. Seus restos conservam-se na igreja agostiniana de São Pedro, no «Ciel d'oro», de Pavia.

Fonte: Site Oficial da Ordem dos Agostinianos Recoletos

sábado, 27 de agosto de 2016

2º DIA DA NOVENA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

Neste dia 27 de agosto de 2016, a Igreja celebra a Festa Litúrgica de Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, portanto a Paróquia Nossa Senhora da Consolação durante a novena não pode deixar de recordar o testemunho dessa mulher de fé, que através da oração constante converteu seu filho Agostinho.

E na Igreja/Matriz de Nossa Senhora da Consolação continua a novena em preparação à Solenidade de Nossa Senhora da Consolação, sendo a Celebração Eucarística presidida pelo vigário paroquial Frei Enéas Berilli, O.A.R., às 19h, com o segundo dia do novenário.

Na homilia Frei Enéas recordou um pouco da história de vida de Santa Mônica e Santo Agostinho, uma vez que na noite deste dia 27 de agosto já é rezada as vésperas da Solenidade de Santo Agostinho. E Frei Enéas reportou sobre a importância da oração e confiança em Deus.

Antes da bênção final as crianças e adolescentes da Comunidade Eclesial de Base "Sagrado Coração de Jesus", do Bairro Basílio Pimenta, fizeram uma linda homenagem à Virgem da Consolação.

Após a Santa Missa aconteceu apresentações culturais e teve barraquinhas no pátio da igreja/matriz.

Mais fotos no endereço: www.facebook.com/paroquiadaconsolacao





REFLEXÃO PARA O 22º DOMINGO DO TEMPO COMUM - IDENTIFICAR-SE COM OS POBRES E MARGINALIZADOS

Cidade do Vaticano (RV) - No Evangelho, Jesus está jantando na casa de pessoas importantes da sociedade judaica. Ele observou, não apenas neste jantar, mas em diversas refeições de que participou, especialmente em banquetes, que as pessoas faziam verdadeiras ginásticas para estarem em lugar de destaque, próximas do anfitrião ou do homenageado. Ele aproveitou o momento para fazer algumas observações que não são de etiqueta, mas de postura em relação ao Reino do Céu.

Ele inicia quebrando certa visão conservadora de Deus e de relacionamentos “queridos” por ele.
Para Jesus não existe um Deus distante das pessoas e nem a necessidade de render-lhe homenagem com mortificações, penitências e jejuns. O Deus de Jesus Cristo é o Emanuel, Deus Conosco, que vem armar sua tenda em nosso meio, que vem participar de nossas alegrias e tristezas, que vem viver a nossa vida e nos quer ver alegres, felizes, em paz.

Em seguida, o Senhor faz uma advertência sobre quem convidar para o festim.

Os convidados deverão ser os coxos, os aleijados, os excluídos, aqueles que jamais poderão retribuir o convite. Dentro da tradição, os convidados seriam irmãos, parentes, amigos e vizinhos. Jesus, rejeitou esse costume e deu novas orientações, como vimos.

Jesus dá o alerta em relação aos marginalizados, aos esquecidos. É com eles, com os que estão presentes apenas para servir, que o Senhor se identificou. Do mesmo modo Maria, nas Bodas de Caná, se identificou com os servidores, por isso ela percebeu a falta de vinho. Se estivesse sentada à mesa, não perceberia, mas como certamente estava ajudando a servir, apesar de convidada, percebeu.
Neste momento poderemos nos perguntar de que lado nos posicionamos? Qual é nosso lugar social no mundo em que habitamos? Lugar social não tanto de nascimento, mas de opção. Colocamo-nos ao lado dos ricos, dos incluídos ou nos identificamos com os despossuídos?

Depois o Senhor entra na questão do acolhimento. Banquete, almoço, jantar ou uma simples refeição, supõem acolhida. Acolhemos apenas os sadios, os perfeitos, os íntegros, os santos, ou temos espaço para os doentes, para os que levam vida irregular e estão fora do politicamente e eticamente aceito?

Acolher os cegos, coxos e aleijados, significava na sociedade judaica acolher os pecadores, já que o defeito físico, a doença e a miséria eram vistos como consequências de pecados.

Jesus não está se referindo a uma refeição concreta, mas a uma postura de vida que aceita os puros, perfeitos, santos aos olhos dos valores éticos de nossa sociedade e rejeita aqueles que deveriam estar cobertos de vergonha pela vida que levam ou que levaram, pelas suas opções erradas, pela demonstração pública de que rejeitaram as inspirações para o bom caminho. Podemos pensar nos alcoólatras, drogados, viciados em jogos de azar, prostitutas e outros praticantes de atitudes que desabonam mocinhas e mocinhos virtuosos.

Concluindo nossa reflexão, peçamos ao Senhor a graça de mudarmos nosso lugar social e de nos identificarmos com aqueles que ele, sua e nossa bendita Mãe, se identificaram, ou seja, com os pobres, com os marginalizados.

Que a celebração eucarística, que nossa presença na igreja durante a missa, seja sinal do que acontece em nosso interior, e sintamo-nos irmanados com aquele que estiver ao nosso lado, seja conhecido ou não, bem apresentável ou não.

Não importa tanto se em nossa vida é frequente esse tipo de refeição, mas é fundamental que isso faça parte de nosso coração, de nosso querer, de nossa identificação, de nosso lugar de fé. (Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos para o XXII Domingo do Tempo Comum).

Fonte: Site da Rádio Vaticano

EM BIOGRAFIA, BENTO XVI REVELA OS MOTIVOS DA RENÚNCIA

Rádio Vaticano (RV) – Em entrevista ao teólogo Elio Guerriero publicada pelo jornal italiano La Repubblica, o Papa emérito Bento XVI fala sobre seu relacionamento fraterno com o seu sucessor Francisco e afirma: “minha obediência nunca foi colocada em discussão”.

Guerriero é autor de uma biografia de Ratzinger “Servo de Deus e da humanidade. A biografia de Bento XVI” (Milão, Mondadori, 2016, 542 páginas). A Obra será lançada no dia 30 de agosto.

Entrevista

Para escrever os capítulos finais, Elio foi ao Mosteiro Mater Ecclesiae no Vaticano, onde o Papa emérito vive desde a renúncia em 2013. Na ocasião, Bento XVI ofereceu ao escritor a oportunidade de "fazer algumas perguntas, como em uma entrevista" e "como sempre - conta o escritor - foi gentil e prático", dizendo: "Me faça as perguntas, depois me envie tudo e veremos”. 
O ponto central da entrevista foi o relacionamento do Papa emérito com o seu sucessor, o Papa Francisco. Sem precedentes históricos sobre a convivência de ‘dois Papas’ no Vaticano, Bento XVI se diz muito grato a Deus por esses momentos.

Ano da Fé e JMJ-Rio 2013

Bento XVI estava sereno quando falava da sua histórica renúncia ao Pontificado, igualmente quando na época comunicou ao Colégio Cardinalício e ao mundo. “Para mim essa renúncia era um dever”, confiou o Papa Emérito ao escritor.

“Eu gostaria de concluir o Ano da Fé e de escrever a Encíclica sobre a Fé que deveria encerrar o percurso iniciado com Deus Caritas Est, mas em 2013 tínhamos muitos trabalhos que eu não conseguiria terminar”, confessou Bento XVI.

“A data para a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro já estava fixada, mas eu não me sentia capaz de fazê-la. Após a ida a México e a Cuba (últimas viagens de seu Pontificado), não conseguia mais realizar viagens muito longas. Mas, como fixou João Paulo II, nessas jornadas a presença do Papa é indispensável. Não poderia pensar em uma conexão televisiva, ou outras formas tecnológicas. Também por essa circunstância a renúncia para mim era um dever”,

O Papa emérito tinha confiança de que mesmo sem a sua presença o “Ano da Fé seguiria muito bem até o fim".

A fé é uma graça, um dom generoso de Deus aos fiéis. Eu tinha a convicção que o meu sucessor, assim quando chegasse, igualmente levaria como quisesse o Senhor a iniciativa começada por mim".

Renúncia

Foi durante a viagem ao México que amadureceu a decisão de renunciar ao ministério petrino. “A viagem foi muito bonita e comovente”, mas nos mesmos dias – conta Ratzinger – “experimentei os limites da minha resistência física. Me dei conta que não tinha mais condições de enfrentar no futuro voos intercontinentais, os fusos horários. Naturalmente, de forma clara, não teria condições de ir para JMJ Rio 2013, daquele momento em diante, deveria decidir o tempo de forma breve para a minha retirada”.

“Precisava pensar em coisas práticas, por exemplo, onde viveria depois da renúncia? Bento XVI se lembrava de uma iluminação de São João Paulo II, na qual tinha decidido que o mosteiro Mater Ecclesiae, no passado casa do diretor da Rádio Vaticano, se tornaria "um lugar de oração contemplativa, como uma fonte de água viva no Vaticano. Assim, foi aberta para mim de forma natural onde seria o lugar que eu poderia continuar a serviço da oração".

Relacionamento Fraterno

Sobre a obediência, Joseph Ratzinger tem o cuidado de salientar na entrevista que o sucessor "nunca foi questionado".  No momento da eleição de Bergoglio - recorda - "eu tentei, como muitos outros, de forma espontânea estar em estado de Gratidão a Deus. Depois de dois papas provenientes da Europa Central, o Senhor estava desenhando como parecia à Igreja universal, e nos convidou para uma comunhão mais ampla, mais católica".

"Pessoalmente, desde o início eu estava profundamente tocado pela extraordinária disponibilidade humana do Papa Francisco comigo. Imediatamente após a sua eleição, ele me ligou. Sem sucesso, me chamou mais uma vez depois de um encontro com a Igreja universal do balcão da Basílica de São Pedro e me falou com grande cordialidade. Desde então, temos um relacionamento maravilhosamente paternal-fraternal. Ele muitas vezes me manda pequenos presentes, cartas pessoais. Antes de embarcar em viagens longas, o Papa Francisco nunca deixa de me visitar.  A bondade humana com a qual ele me trata, é para mim uma graça especial nesta última fase da minha vida. Eu só posso ser grato. O que ele diz sobre ir ao encontro dos outros, não são apenas palavras. Ele põe em prática comigo. Que o Senhor o faça sentir sempre mais a Sua bondade. Por isso eu rezo a Deus por ele."

Prefácio do Papa Francisco

“Todos na Igreja temos uma grande dívida de gratidão para com Joseph Ratzinger-Bento XVI pela profundidade e o equilíbrio do seu pensamento teológico, vivido sempre ao serviço da Igreja, até às responsabilidades mais elevadas”, escreve o Pontífice no prefácio da nova biografia.

Francisco aceitou prefaciar a obra, elogiando a “coragem e determinação” com que o seu antecessor enfrentou “situações difíceis”, colocando a Igreja num caminho de “renovação e purificação”.

Francisco fala numa “ligação espiritual” que considera “particularmente profunda” com Bento XVI e agradece a presença “discreta” e a oração do Papa emérito pela Igreja.

O prefácio foi divulgado hoje, na íntegra, pelo jornal Avvenire, da Conferência Episcopal Italiana.

Fonte: Site da Rádio Vaticano

2º DIA DA NOVENA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

Dando continuidade com a Novena em preparação à Solenidade de Nossa Senhora da Consolação, celebrada no dia 4 de setembro de cada ano, neste sábado, 27 de agosto de 2016 (Festa Litúrgica de Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho), às 19h, na Igreja/Matriz de Nossa Senhora da Consolação, Celebração Eucarística presidida pelo Frei Enéas Berilli, O.A.R.

Após a Santa Missa, atrações culturais e barraquinhas no pátio da igreja/matriz.

Venha rezar conosco!

PARABÉNS FREI AGOSTINHO!

O calendário da Província Santa Rita de Cássia da Ordem dos Agostinianos Recoletos neste dia, 27 de agosto de 2016, recorda o 41º aniversário de Frei Agostinho Morosini, O.A.R. e a Paróquia Nossa Senhora da Consolação congratula-se com esse religioso e roga a Deus que o cumule de ricas bênçãos de saúde e sabedoria.

Frei Agostinho Morosini, O.A.R., atualmente, reside na cidade de Vitória (ES) e trabalha como pároco da Paróquia Santa Rita de Cássia (Praia do Canto) e atuou como pároco da Paróquia Nossa Senhora da Consolação por dois anos.

27 DE AGOSTO: SANTA MÔNICA

Nasceu em Tagaste (Argélia) em 331 de uma família de boa posição social e profundamente cristã. Casou-se, jovem ainda, com Patrício, que não era cristão. Patrício era um modesto proprietário de Tagaste e membro do conselho municipal.

Mônica era uma mulher forte. De fé ardente, de firme esperança, de inteligência brilhante, sensível às exigências da convivência, assídua na oração e na meditação da Sagrada Escritura, encarna o modelo de esposa ideal e de mãe cristã. Graças a sua paciência e exemplo, Patrício abraça a fé. Consegue a conversão de Santo Agostinho, «o filho de tantas lágrimas». Exultante de alegria, está presente no seu batismo.

Quando se preparava para voltar à África, morre em Óstia Tiberina (Roma), no mês de outubro provavelmente, antes do dia 13 de novembro de 387, aos 55 anos de idade. Alguns dias antes, mãe e filho tiveram a experiência do êxtase de Óstia. Nele chegaram a tocar por momento, num vôo do coração a Sabedoria criadora de todas as coisas, lá deixando as primícias do espírito.

Depois que a festa da Conversão de Santo Agostinho foi estabelecida em 1341 pelos agostinianos no dia 5 de maio, não tardou muito em fazer memoria de sua mãe Mônica no dia anterior, 4 de maio, pois não conhecemos o dia de sua morte. Com esse mesmo critério, o calendário romano de 1969 trasladou sua memoria ao dia 27 de agosto, matizando assim os laços que unem mãe e filho. Suas relíquias são veneradas na igreja de Santo Agostinho de Roma.

Fonte: Site Oficial da Ordem dos Agostinianos Recoletos

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

ABERTO OS FESTEJOS DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

Com a Celebração Eucarística presidida pelo bispo diocesano Dom Frei Dário Campos, O.F.M. e concelebrada pelo pároco Frei Silvestre Brunoro, O.A.R. e pelo vigário paroquial Frei Enéas Berilli, O.A.R. e auxiliados pelos diáconos permanentes Ary de Paula Nascimento e José Carlos Zóboli, foi aberto os festejos em preparação à Solenidade de Nossa Senhora da Consolação, que será celebrada no dia 4 de setembro.

Na homilia Dom Dario enfatizou que devemos viver a vida bem e a vivendo bem, devemos deixar sinais de amor para com todos, devemos ser sinais da misericórdia de Deus no aqui e no agora de nossa história, até porque não sabemos quando o Senhor nos chamará de volta, tendo em vista o Evangelho das virgens previdentes e das imprevidentes.

O bispo diocesano aprofundou a reflexão sobre figura da Virgem Maria no contexto em que viveu, sempre solícita, aberta em atender ao próximo com o Ano Santo Extraordinário da Misericórdia conclamado pelo Papa Francisco.

Nessa celebração foram apresentados à comunidade presente na igreja os que serão ordenados diáconos permanentes: Marcelo e José Augusto, no dia 17 de setembro de 2016, às 15h30min, na igreja/matriz Nossa Senhora da Penha, no Bairro BNH, em Cachoeiro de Itapemirim.

Antes da bênção final aconteceu a singela homenagem à Nossa Senhora da Consolação realizada pela Comunidade Eclesial de Base "Santo Antônio".

No pátio da igreja/matriz de Nossa Senhora da Consolação aconteceu a confraternização com barraquinhas e apresentação cultural.  

Mais fotos no endereço: www.facebook.com/paroquiadaconsolacao






1º DIA DA NOVENA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO

Inicia neste dia, 26 de agosto, a Novena em preparação à Solenidade de Nossa Senhora da Consolação, às 19h, com Celebração Eucarística na Igreja/Matriz presidida pelo bispo diocesano Dom Frei Dario Campos, O.F.M.

Após a Santa Missa teremos apresentações culturais no pátio da igreja e barraquinhas.

Venha participar e rezar conosco!

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

ENCONTRO NACIONAL DA FRASAR - FRATERNIDADE AGOSTINIANA RECOLETA

Você que é membro da Fraternidade Agostiniana Recoleta, não se esqueça: O ENCONTRO NACIONAL DA FRASAR aproxima-se!

Procure a Secretaria Paroquial para maiores informações.



quarta-feira, 24 de agosto de 2016

DIOCESE DE PARNAÍBA (PI) TEM NOVO BISPO

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa aceitou a renúncia ao governo pastoral da Diocese de Parnaíba (PI) apresentada por Dom Alfredo Schäffler, 75, por limite de idade.

O sucessor no governo da diocese será Dom Juarez Sousa da Silva, 55, até então Coadjutor da mesma diocese.

A Diocese de Parnaíba foi criada em 16 de dezembro de 1944 com a bula do Papa Pio XII “Ad Dominici gregis bonum”, tendo sido integralmente desmembrada da então Diocese de Teresina.

O município, no norte do Piauí, tem cerca de 150 mil habitantes e é o segundo mais populoso do estado, perdendo apenas para a capital Teresina.  

Além de apresentar grande valor histórico, a cidade registrou em 2011 a maior taxa de crescimento econômico do Brasil, chegando à marca de 229%.

Fonte: Site da Rádio Vaticano

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

FESTA DE NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO - 2016

Inicia na próxima sexta-feira, 26 de agosto de 2016, a Novena em preparação à Solenidade de Nossa Senhora da Consolação, que a cada ano é celebrada no dia 4 de setembro.

Nessa sexta-feira, 26/8/2016, quem preside a Eucaristia será o bispo diocesano de Cachoeiro de Itapemirim - Dom Frei Dario Campos, O.F.M.


PASTORAL DA COMUNICAÇÃO (PASCOM) LANÇA PORTAL WEB PARA INFORMAÇÃO, FORMAÇÃO E EVANGELIZAÇÃO

A Pastoral da Comunicação (Pascom) lançou, na última quarta-feira, 17 de agosto, um portal web para informação, formação e evangelização de agentes em todo o Brasil. O lançamento é fruto das decisões tomadas na reunião dos bispos referenciais e comunicação e os coordenadores regionais realizada em Aparecida (SP), nos dias 13 e 14 de julho. 

O arcebispo de Diamantina (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, dom Darci José Nicioli, explicou o objetivo da iniciativa. “O coração da nossa missão é comunicar, compartilhar, animar a Pastoral da Comunicação. Para isso, era mais do que necessário dispor de um espaço para que os agentes e as comunidades pudessem acompanhar conteúdos relevantes no campo da nossa atuação. O portal tem esse objetivo: promover a convergência de informação e de formação para a evangelização de agentes da Pastoral da Comunicação em todo o Brasil”, disse.

A Pascom está organizada em dioceses e paróquias de todos os 18 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). No mês passado, de 14 a 17 de julho, quase 900 agentes da pastoral estiveram reunidos em Aparecida, em São Paulo, para o 5º Encontro Nacional e representavam todas as regiões do país. Cristiana, da Pascom de Teresina (PI), que pertence ao regional Nordeste 4, deu depoimento para o plenário final do encontro mostrando a importância da organização da Pastoral. “Destacamos que onde a Pascom está presente há um grande apoio dos bispos”, enfatizou.

O portal web também poderá ser instrumento para que novas paróquias e dioceses organizem a Pascom. “Notamos, pelos pedidos que recebemos em Brasília, que os bispos, o clero e as lideranças das comunidades e paróquias querem ajuda para organizar a pastoral da comunicação. Uma plataforma na internet, sempre atualizada e dinâmica, poderá colaborar bastante na resposta a esse anseio”, afirma o padre Rafael Vieira, da assessoria da Comissão.

O portal web da Pascom não é um canal de notícias gerais das comunidades, mais um espaço para a divulgação de conteúdos relacionados à comunicação e à Igreja. Ele está estruturado em quatro eixos de trabalho da pastoral: formação, articulação, produção e espiritualidade. Além disso, há espaço para a atualização das informações a respeito dos projetos e iniciativas, no campo da comunicação, por parte da Secretaria de Comunicação do Vaticano e da CNBB. Há ainda uma ênfase especial no trabalho pastoral feito em dois níveis especiais: Pascom regional e Pascom paroquial. 

“Na verdade, já será um grande avanço para o nosso trabalho se conseguirmos mostrar, no portal, o rosto das nossas bases, do trabalho feito pelos agentes em cada comunidade. Queremos mostrar coisas criativas, inovadoras, cheia da alegria do Evangelho”, entusiasma padre Rafael Vieira. 

A própria forma de construir um portal na internet e a sua manutenção responde ao objetivo da Comissão da CNBB que é trabalhar em conjunto. “A elaboração do portal foi realizada gratuitamente por uma agência católica, a Agência Parresia de Vitória (ES), que também doa a hospedagem e atualizações técnicas, mas o trabalho está aberto a todas as outras agências que quiserem participar e colaborar. A manutenção dos conteúdos será de responsabilidade, basicamente dos coordenadores dos regionais e a supervisão fica por nossa conta da assessoria da Comissão da CNBB”, explica padre Rafael. 

Até o dia 31 de agosto, a Comissão aguarda as críticas que forem enviadas com sugestões para que o portal fique ainda melhor e mais útil. Os interessados em visitar podem acessar: pascombrasil.com.br, e as pessoas que quiserem colaborar podem enviar suas sugestões para portalpascombrasil@gmail.com.
  
Fonte: Site Oficial da CNBB

domingo, 21 de agosto de 2016

DIVINO DE SÃO LOURENÇO VISITA A PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONSOLAÇÃO NO ENCONTRO DE CÍRCULOS BÍBLICOS

No domingo, 21 de agosto de 2016, a Paróquia Nossa Senhora da Consolação acolheu com muita alegria e carinho os paroquianos da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, da cidade de Divino de São Lourenço, pertencente ao Regional VI da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, para participarem do Encontro dos Círculos Bíblicos proposto no último Encontrão de Círculos Bíblicos, realizado no Pavilhão de Eventos da Ilha da Luz.

Esse encontro além de ser um bom motivo para se aprofundar na Palavra de Deus é também um momento propício para estreitar os laços de amizades e troca de experiências na ação evangelizadora da Igreja, neste caso, da Igreja Particular presente na cidade de Cachoeiro de Itapemirim e de Divino de São Lourenço.

Na oportunidade, a Paróquia Nossa Senhora da Consolação acolhe além dos paroquianos o Pároco - da Paróquia Sagrado Coração de Jesus - Padre Olímpio Andrade Sobrinho (do clero diocesano).







sábado, 20 de agosto de 2016

REFLEXÃO PARA O 22º DOMINGO DO TEMPO COMUM - BANQUETE SUPÕE ACOLHIDA, HUMILDADE, SERVIÇO

Cidade do Vaticano (RV) - «No Evangelho, Jesus está jantando na casa de pessoas importantes da sociedade judaica. Ele observou, não apenas neste jantar, mas em diversas refeições de que participou, especialmente em banquetes, que as pessoas faziam verdadeiras ginásticas para estarem em lugar de destaque, próximas do anfitrião ou do homenageado. Ele aproveitou o momento para fazer algumas observações que não são de etiqueta, mas de postura em relação ao Reino do Céu.

Ele inicia quebrando certa visão conservadora de Deus e de relacionamentos “queridos” por ele.

Para Jesus não existe um Deus distante das pessoas e nem a necessidade de render-lhe homenagem com mortificações, penitências e jejuns. O Deus de Jesus Cristo é o Emanuel, Deus Conosco, que vem armar sua tenda em nosso meio, que vem participar de nossas alegrias e tristezas, que vem viver a nossa vida e nos quer ver alegres, felizes, em paz.

Em seguida, o Senhor faz uma advertência sobre quem convidar para o festim.

Os convidados deverão ser os coxos, os aleijados, os excluídos, aqueles que jamais poderão retribuir o convite. Dentro da tradição, os convidados seriam irmãos, parentes, amigos e vizinhos. Jesus, rejeitou esse costume e deu novas orientações, como vimos.

Jesus dá o alerta em relação aos marginalizados, aos esquecidos. É com eles, com os que estão presentes apenas para servir, que o Senhor se identificou. Do mesmo modo Maria, nas Bodas de Caná, se identificou com os servidores, por isso ela percebeu a falta de vinho. Se estivesse sentada à mesa, não perceberia, mas como certamente estava ajudando a servir, apesar de convidada, percebeu.

Neste momento poderemos nos perguntar de que lado nos posicionamos? Qual é nosso lugar social no mundo em que habitamos? Lugar social não tanto de nascimento, mas de opção. Colocamo-nos ao lado dos ricos, dos incluídos ou nos identificamos com os despossuídos?

Depois o Senhor entra na questão do acolhimento. Banquete, almoço, jantar ou uma simples refeição, supõem acolhida. Acolhemos apenas os sadios, os perfeitos, os íntegros, os santos, ou temos espaço para os doentes, para os que levam vida irregular e estão fora do politicamente e eticamente aceito?

Acolher os cegos, coxos e aleijados, significava na sociedade judaica acolher os pecadores, já que o defeito físico, a doença e a miséria eram vistos como consequências de pecados.

Jesus não está se referindo a uma refeição concreta, mas a uma postura de vida que aceita os puros, perfeitos, santos aos olhos dos valores éticos de nossa sociedade e rejeita aqueles que deveriam estar cobertos de vergonha pela vida que levam ou que levaram, pelas suas opções erradas, pela demonstração pública de que rejeitaram as inspirações para o bom caminho. Podemos pensar nos alcoólatras, drogados, viciados em jogos de azar, prostitutas e outros praticantes de atitudes que desabonam mocinhas e mocinhos virtuosos.

Concluindo nossa reflexão, peçamos ao Senhor a graça de mudarmos nosso lugar social e de nos identificarmos com aqueles que ele, sua e nossa bendita Mãe, se identificaram, ou seja, com os pobres, com os marginalizados.

Que a celebração eucarística, que nossa presença na igreja durante a missa, seja sinal do que acontece em nosso interior, e sintamo-nos irmanados com aquele que estiver ao nosso lado, seja conhecido ou não, bem apresentável ou não.

Não importa tanto se em nossa vida é frequente esse tipo de refeição, mas é fundamental que isso faça parte de nosso coração, de nosso querer, de nossa identificação, de nosso lugar de fé». (Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos para o XXII Domingo do Tempo Comum).

Fonte: Site da Rádio Vaticano

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

19 DE AGOSTO: SANTO EZEQUIEL MORENO, BISPO

Nasceu em Alfaro (Logronho, Espanha), no dia 9 de abril de 1848. Aos dezessete anos, no dia 22 de setembro de 1865, emitiu a profissão religiosa na Ordem dos Agostinianos Recoletos e foi ordenado sacerdote em Manila a 3 de junho de 1871. Os primeiros quinze anos sacerdotais, cheios de ardente zelo apostólico, transcorreram nas Filipinas.

De 1888 até pouco antes de sua morte, dedicou sua multiforme atividade à Colômbia. Restaurou a Província da Candelária, deu início a uma nova fase missionária, foi o primeiro Vigário Apostólico de Casanare e desde 1896 Bispo de Pasto.

Uniu uma caridade sempre disponível a uma grande fortaleza de ânimo, mormente quando se tratava dos interesses de Cristo e da Igreja.

Foi grande devoto do Sagrado Coração e mostrou sempre um intenso amor a Ordem. Morreu no convento de Monteagudo (Navarra, Espanha), onde professara e onde fora prior, a 19 de agosto de 1906, e em uma nova capela da Igreja se segui venerando suas relíquias.

Foi beatificado por Paulo VI no dia 1° de novembro de 1975. Canonizado por João Paulo II em 11 de outubro de 1992, em Santo Domingo, República Dominicana, no V Centenário da Evangelização da América, durante a IV Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano. É denominado o santo da nova evangelização.

Fonte: Site da Rádio Vaticano

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

PAPA NOMEIA NOVO BISPO PARA BRAGANÇA DO PARÁ

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Cidade do Vaticano (RV) - O Papa aceitou a renúncia de Dom Luigi Ferrando, Bispo da diocese de Bragança do Pará, por limite de idade e nomeou como seu sucessor Dom Jesus María Cizaurre Berdonces, transferindo-o da diocese de Cametá, no Pará.

Dom Jesus María Cizaurre Berdonces, nasceu em 6 de janeiro de 1952, em Valtierra, Arquidiocese de Pamplona y Tudela (Espanha).

Como missionário na Prelazia de Marajó, exerceu o cargo de Vigário paroquial em Portal; foi Pároco em Afuá, Vigário em Salvaterra e Superior da Missão e Reitor do Seminário de Soure.

A seguir, foi Vice-Prior da Casa de Nossa Senhora da Saúde, em São Paulo; Prior, Pároco e Vigário Episcopal em Belém do Pará e Vigário Provincial da Ordem dos Recoletos no Brasil.

Em 23 de fevereiro de 2000, foi nomeado Bispo da Prelazia de Cametá, recebendo a ordenação episcopal em 7 de maio sucessivo. Com a elevação da Prelazia a Diocese, em 6 de fevereiro de 2013,
foi nomeado seu primeiro bispo diocesano.

No âmbito do Regional Norte 2 da CNBB foi Secretário, Vice-Presidente e Presidente.

Fonte: Site da Rádio Vaticano

17 DE AGOSTO: SANTA CLARA DA CRUZ DE MONTEFALCO, VIRGEM

Nasceu em torno de 1268 em Montefalco (Perusa), onde passou toda a vida. Aos seis anos entrou numa reclusão habitada por sua irmã Joana e outras companheiras. Esta pequena comunidade trasladou-se em 1290 para uma nova casa, transformada em mosteiro sob a Regra de Santo Agostinho. Clara seguiu suas companheiras.

Morta sua irmã a 22 de novembro de 1291, sucedeu-lhe no cargo de Abadessa, até a morte, no dia 17 de agosto de 1308. Em sua vida pessoal e como Abadessa viveu exemplarmente a vida comunitária exigida pela Regra de Santo Agostinho. Ensinava às irmãs a necessidade da renúncia e do esforço pessoal para construir o edifício da vida espiritual.

Dotada de ciência infusa, defendeu corajosamente a doutrina da fé. Distinguiu-se pelo amor à Paixão do Senhor, dando um lugar de honra à devoção da Santa Cruz. No final de sua vida afirmava ter no seu coração a Cruz de Cristo. Após sua morte, conta-se, encontraram-se no seu coração as insígnias da Paixão do Senhor. Seu corpo se conserva na igreja das Agostinianas de Montefalco.

Fonte: Site Oficial da Ordem dos Agostinianos Recoletos

sábado, 13 de agosto de 2016

REFLEXÃO PARA O 20º DOMINGO DO TEMPO COMUM - DESPERTAR O ARDOR MISSIONÁRIO

Cidade do Vaticano (RV) - Nesta segunda semana do mês de agosto, mês das vocações, a Igreja nos convida a refletir sobre a vocação familiar, dando uma atenção especial aos pais; os pais são os representantes de Deus no seio da  família e os pilares que a sustentam!

Na família, a figura do pai sempre aparece como ponto de referência, Deus coloca em suas mãos o destino e a segurança da família; a ele são conferidas as maiores responsabilidades!

O Evangelho que a liturgia deste Domingo nos convida a refletir, nos desperta sobre a importância de cultivarmos em nossos corações o ardor missionário!

O anuncio da Boa Nova do Reino incendeia os nossos  corações com um fogo ardente que vai se alastrando por onde passamos, chegando às raízes de outros corações.

O texto que nos é apresentado, a princípio, pode nos parecer de difícil compreensão, mas se meditarmos com profundidade, as palavras de Jesus, vamos compreendê-lo facilmente! “Eu vim lançar fogo sobre a terra...” De fato, Jesus veio purificar o mundo, permitindo que a graça e a salvação brilhem em todo o seu esplendor! O fogo que Jesus veio acender aqui na terra, podemos dizer, é o ardor missionário!

O ardor missionário, é como fogo que queima dentro de nós, que nos faz avançar para as águas mais profundas, até às periferias do mundo, nos tornando propagadores do Evangelho!

Foi através dos missionários de todos os tempos, que a palavra de Deus se espalhou e continua espalhando no mundo como fagulhas de fogo, de um fogo que nada e ninguém conseguem apagar!

Ao trazer-nos a verdade que liberta, Jesus provocou divisões, porque incomodou os que não estavam comprometidos com a vida, os que se beneficiam com um sistema opressor. O anuncio da verdade, incomoda quem quer continuar vivendo na mentira, explorando o povo!

Evidentemente, Jesus veio dividir, porque nem todos querem aceitá-Lo! A divisão na família, a que Jesus se refere, é a consequência de aceitar ou não a sua proposta; em uma família, uns  aceitam a sua proposta, outros não. Todos são chamados, mas nem  todos aceitam a sua proposta. Por isso, nem todos serão salvos!

Os que aderem à proposta de Jesus serão salvos porque vivem segundo a vontade de Deus! Os que optarem pelas propostas do mundo, serão excluídos da salvação!

Jesus não veio trazer a Paz. Pelo contrário, provocou conflitos, incomodou os inimigos da Paz! O que Jesus nos trouxe mesmo  foi a arma para conquistarmos a Paz, o seu Amor, manifestado na sua ressurreição; Ele abriu o caminho para a verdadeira paz, uma paz contrária à paz que o mundo oferece com armas que ceifam vidas!

A paz, que é fruto da ressurreição de Jesus, foi conquistada com a arma mais poderosa que existe e que gera a vida: o Amor! Esta é a paz que todos nós podemos ter, mesmo em meio às turbulências do mundo, que continua rejeitando o dom e o dono da Paz!

Quem faz a opção por Jesus e adere às suas propostas é criticado, rejeitado, excluído. A sua cruz é inevitável como o foi para Jesus. 

Fonte: Site da Rádio Vaticano