terça-feira, 10 de maio de 2011

VISITA DE RENOVAÇÃO

O Prior da Província de Santa Rita de Cássia da Ordem dos Agostinianos Recoletos - Frei Francisco Sevolani Botacin, oar - está em visita de renovação aos religiosos que residem no Santuário de Nossa Senhora da Consolação, no período de 09 a 12 de maio de 2011.

Essa visita consiste em verificar os livros de atas da paróquia, bem como fazer unidade com os religiosos que residem nas diversas casas da província.

A Província de Santa Rita de Cássia compreende os Estados do Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

CARDEAL RAYMUNDO DAMASCENO É O NOVO PRESIDENTE DA CNBB

O arcebispo de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis foi eleito o novo presidente da CNBB. Com 196 votos, dom Damasceno foi eleito no segundo escrutínio. O cardeal de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer ficou em segundo lugar, com 75 votos.

No primeiro escrutínio, dom Damasceno havia obtido 161 votos contra 91 de dom Odilo. Por não ter alcançado 2/3 dos votos (182), houve a necessidade do segundo escrutínio. Dom Damasceno foi secretário da CNBB por dois mandatos consecutivos (1995-1998; 1999-2003).

Na primeira votação, também receberam votos o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta (14); o arcebispo de São Luís (MA), dom José Belisário da Silva; o arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom walmor Oliveira de Azevedo; o bispo de Jundiaí (SP), dom Vicente Costa; o bispo da prelazia de São Felix (MT), dom Leonardo Steiner e o bispo de Cruz Alta (RS), dom Friederich Heimler, com um voto cada.

No segundo escrutínio, receberam votos o arcebispo do Rio, dom Orani João Tempesta (4) e o bispo de Santo André, dom Nelson Westrupp (1).

Amanhã as eleições continuam para vice-presidente e secretário. Eleitos os membros da Presidência, a Assembleia escolherá os 12 presidentes das Comissões Pastorais e o delegado da CNBB junto ao Conselho Episcopal da América Latina e Caribe (Celam)


Currículo de Dom Raymundo Damasceno Assis

Cardeal dom Raymundo Damasceno Assis é arcebispo de Aparecida (SP). Nasceu em 1937 na cidade mineira de Capela Nova (MG). Teve sua ordenação presbiteral em 1968, em Conselheiro Lafaiete (MG) e ordenação episcopal em 1986, em Brasília (DF).

Dom Raymundo estudou Filosofia no Seminário Maior de Mariana (MG) e Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (Itália). Dom Raymundo Damasceno foi, antes do episcopado, professor no Seminário Maior e na Universidade de Brasília (UnB) de 1976 a 1986.

Foi bispo auxiliar de Brasília, vigário geral e vigário episcopal na arquidiocese de Brasília, professor do departamento de Filosofia da UnB, Secretário Geral do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), secretário geral da IV Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, em Santo Domingo, Secretário Geral da CNBB por dois mandatos, Delegado ao Sínodo Especial para a África, Sínodo sobre a vida religiosa, como convidado, Delegado à Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a América por eleição da Assembleia da CNBB e confirmado pelo papa João Paulo II, membro do Pontifício Conselho para as Comunicações, membro do Departamento de Comunicação do CELAM, membro da Comissão para a Comunicação, Educação e Cultura da CNBB, Delegado do CELAM, Presidente do CELAM, membro da Pontifícia Comissão para a América Latina – CAL e sínodo para a África (2009).

Seu lema episcopal é: “In Gaudium domini” (Na Alegria do Senhor)

Fonte: Site da CNBB

segunda-feira, 9 de maio de 2011

MARCADA A DATA DE POSSE DE DOM FREI DARIO CAMPOS, ofm

Conforme consta no site oficial da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, foi marcada a de posse canônica de Dom Frei Dario Campos, ofm - como bispo diocesano da Sé Episcopal de Cachoeiro de Itapemirim, e será no dia 10 de julho de 2011, às 15 horas.

A data foi acertada com D. Dario a partir de uma conversa do Pe. Tatagiba, então administrador diocesano, que participam da 49ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, que acontece na cidade de Aparecida, Estado de São Paulo.

Daqui alguns dias serã detalhados o local de posse e como será a participação das paróquias da diocese.

COMEÇA O PROCESSO DAS ELEIÇÕES NA CNBB

A Assembleia da CNBB começa, hoje, o processo de eleições para os cargos de presidente, vice-presidente, secretário geral e presidentes das Comissões Episcopais Pastorais da CNBB. Na segunda sessão da manhã, os 17 Regionais da CNBB se reúnem e farão levantamento de nomes para as várias funções. O primeiro escrutínio será no final da terceira sessão do dia, que começa às 15h40.

O presidente, o vice-presidente e o secretário-geral da CNBB são eleitos em votações separadas. O eleito deve obter dois terços (2/3) dos votos no primeiro ou segundo escrutínios. Se houver terceiro e quarto escrutínio, basta a maioria absoluta dos votos. Se nem assim houver eleito, o quinto e último escrutínio se fará entre os dois candidatos mais votados no quarto escrutínio, conforme o Artigo 43 do Estatuto da CNBB.

Somente um bispo diocesano, isto é, aquele que está à frente de uma diocese, pode ser eleito presidente ou vice-presidente da CNBB.

Já os presidentes das 12 Comissões Pastorais são eleitos, um a um, em votações separadas, por maioria absoluta dos votos no primeiro e segundo escrutínio. Não havendo eleito nos dois primeiros escrutínios, o terceiro e último escrutínio é feito entre os dois candidatos mais votados no segundo escrutínio.

Fonte: Site da CNBB

domingo, 8 de maio de 2011

REFLEXÃO PARA O 3º DOMINGO DA PÁSCOA

Cidade do Vaticano, 08 mai (RV) - Jesus, o Mestre por excelência, passa três anos preparando os apóstolos e discípulos para os acontecimentos de sua Paixão. Fala de seus sentimentos, de sua morte e de sua Ressurreição.

Quando tudo isso acontece, o peso do sofrimento e da morte é tão grande que todos se esquecem do que Jesus os advertira em relação à Ressurreição. Todos ficam desapontados, tristes e reagindo como se a morte fosse a última palavra na vida de Jesus.

O Evangelho nos relata a repercussão desses fatos na vida de dois deles, os chamados discípulos de Emaús, Cléofas e seu companheiro.

Eles estão voltando para casa. O Mestre, aquele em que colocavam toda a esperança, está morto. Pelo caminho eles andam de modo acabrunhado. Contudo, Jesus, o Consolador, se dirige a eles com o propósito de acabar com essa tristeza. Jesus usa uma tática de não se revelar logo, mas de ir fazendo perguntas, recordando o que estava nas Escrituras a respeito d’Ele, de tal modo que a esperança fosse recuperada.

Ao passar pela entrada de Emaús, Jesus se despede. Eles ficam desapontados com tal atitude. Aquele caminheiro que, com sua conversa, estava resgatando a esperança, vai embora e vai deixá-los sozinhos. Não, não pode ser. Eles pedem ao desconhecido que entre com eles no povoado, depois em sua casa e ceiem juntos.

Podemos ver nesse gesto de Jesus, ao deixar espaço para ser convidado, que o Senhor não se impõe a nós. Ele vem até nós e nos consola, mas não impõe sua presença permanente. Ele quer nossa solicitação, Ele se oferece como hóspede – Eis que estou à porta e bato - , ele espera um ato livre de nossa vontade.Ao ser convidado, Jesus aceita e vai cear com eles.

Na hora da bênção do pão, Jesus se revela e, como no Tabor, aparece sua glória de Filho amado pelo Pai. Jesus se revela e desaparece. Não é mais necessária sua presença após a manifestação de sua glória, após a experiência e anunciar a ressurreição.

Assim somos nós. Nos momentos difíceis da vida recordamos as palavras do Senhor?
Damos espaço para que Ele nos fale? Recorremos às Escrituras, ao Evangelho e meditamos suas palavras?

A experiência que temos de Deus, a compartilhamos com os demais?

Fonte: Site da Rádio Vaticano

sexta-feira, 6 de maio de 2011

UMA RELÍQUIA DE SANTO EZEQUIEL MORENO, NO ALTAR DA "NOVA" CATEDRAL DE TARAZONA (ESPANHA)

A catedral de Santa Maria de la Huerta (Tarazona, Espanha) recobrou o culto com a celebração da Missa Crismal e a dedicação do novo altar com uma relíquia do santo agostiniano recoleto Ezequiel Moreno (1848-1906). Desta forma, o bispo de Tarazona, Eusebio Hernández, recuperou sua igreja, a principal da diocese, que permanecia fechada desde 1992 por causa das obras de restauração.

D. Hernández Sola unge o novo altar.
Foto: Fernado Orte
A quarta-feira santa se tornou um dia histórico em Tarazona, sede episcopal desde o século V. Meio milhar de pessoas esteve presentes na celebração, presidida pelo bispo agostiniano recoleto, Dom Eusebio Hernández Sola. “Sinto-me feliz de dar-vos a bem-vinda, eu que sou o último a chegar a esta monumental cidade e a esta belíssima catedral. Estamos vivendo momentos bem significativos e importantes para Tarazona, toda a Diocese e todo Aragón, pois esta catedral é um tesouro, uma jóia de arquitetura, pintura e arte, fruto de profunda fé e de singular sensibilidade espiritual e talento artístico”, explicou Hernández Sola em sua homilia.

O bispo procedeu à colocação da relíquia de santo Ezequiel Moreno em um orifício da mesa de mármore convertida em altar. Trata-se de um fragmento de osso solicitado pelo próprio prelado e expressamente levado pelo prior geral da Ordem, Miguel Miró. Os agostinianos recoletos querem com isso sublinhar os especiais laços históricos que unem a Ordem e o Santo, com a diocese de Tarazona. A esta diocese pertencia até a umas décadas o convento de Monteagudo, casa mãe dos agostinianos recoletos e lugar onde morreu e repousa santo Ezequiel Moreno.

Fonte: Site Oficial da Ordem dos Agostinianos Recoletos

quinta-feira, 5 de maio de 2011

REUNIÃO DO GRUPO ESPERANÇA VIVA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM

No próximo dia 07 de maio de 2011, a partir das 16h30min, na Igreja Catedral de São Pedro Apóstolo, em Cachoeiro de Itapemirim, acontecerá mais um encontro do Grupo Esperança Viva, sendo um braço da Família da Esperança, responsável pela gestão das Fazendas da Esperança espalhadas pelo Brasil e em alguns lugares do mundo.

Caso você conheça alguém que sofre com problemas de drogas lícitas ou ilícitas ou se você é familiar de alguém que sofra com esse problema, venha participar conosco, a fim de resgatar suas esperanças em dias melhores.

O objetivo do Grupo Esperança Viva é alimentar a ESPERANÇA com base na vivência da Palavra de Deus diária, no trabalho cotidiano e no amor aos irmãos, principalmente, aos excluídos da sociedade.

O Encontro do dia 07 de maio de 2011 será concluído com a Celebração Eucarística às 19:00 horas na Catedral de São Pedro.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

URNA COM OS RESTOS MORTAIS DO BEATO JOÃO PAULO II ENCONTRA-SE NA CAPELA DE SÃO SEBASTIÃO NO VATICANO

A urna com os restos mortais do Beato João Paulo II foi depositada na Capela de São Sebastião neste domingo, às 19h15 (horário de Roma), dentro da Basílica de São Pedro. Os funcionários da Fábrica de São Pedro foram os responsáveis pela operação.

A procissão encabeçada pelo Arcipreste da Basílica, Cardeal Angelo Comastri, seguiu da Sacristia e deteve-se frente à Confissão de São Pedro [túmulo onde estão os restos mortais do Apóstolo] para um momento de oração, com a Ladainha dos Santos Pontífices, e dirigiu-se para a Capela de São Sebastião, onde já estava o caixão de João Paulo II sob o altar, mas ainda à vista.

Ao final da Ladainha, após a tripla invocação em canto de Beate Ioanne Paule, foi recitada a oração própria do novo Beato e feita a incensação. Então, os operários da Fábrica colocaram a grande lápide de mármore branco – com as palavras Beatus Ioannes Paulus PP. II – e fecharam o vão sob o altar, onde está depositado o caixão. Muitos dos presentes fizeram mais uma vez o ato de devoção de beijar a lápide, enquanto a assembleia expressou alegre comoção.

A breve cerimônia terminou em torno das 19h45. Estiveram presentes os Cardeais Angelo Sodano, Decano do Sagrado Colégio; Tarcisio Bertone, Secretário de Estado; Angelo Amato, Giovanni Coppa, Giovanni Lajolo, Giovanni Battista Re, Leonardo Sandri, e os Cardeais Franciszek Macharski e Stanisław Dziwisz, sucessores do Cardeal Wojtyła na Sé de Cracóvia. Da mesma forma, estiveram presentes os Arcebispos Fernando Filoni, Dominique Mamberti e Mieczysław Mokrzycki, ex-vice-secretário pessoal de João Paulo II. Também assistiu a cerimônia o postulador, monsenhor Sławomir Oder, e entre as religiosas estava naturalmente presente a Irmã Tobiana Sobódka e algumas outras irmãs do apartamento pontifício.

Desde as 7h (horário de Roma) desta terça-feira, os fiéis que entram na Basílica podem venerar o Beato na colocação definitiva, junto à Capela de São Sebastião.

Oração própria do Beato João Paulo II
(segundo a Liturgia das Horas)

Ó Deus, rico de misericórdia, que escolhestes o Beato João Paulo II para governar a Vossa Igreja como Papa, concedei-nos que, instruídos pelos seus ensinamentos, possamos abrir confiadamente os nossos corações à graça salvífica de Cristo, único Redentor do homem. Ele que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.

Fonte: Site da Canção Nova

PAPA BENTO XVI NOMEIA BISPO AUXILIAR DA ARQUIDIOCESE DE VITÓRIA DO ESPÍRITO SANTO

O Santo Padre nomeou para bispo auxiliar da arquidiocese de Vitória (ES) o padre José Aparecido Hergesse, Procurador Geral da Ordem dos Clérigos Regulares, em Roma, atribuindo-lhe o bispo titular de Assava.

O padre José Aparecido Hergesse, nasceu em 15 de julho de 1957, em Paranapanema, São Paulo. Ele ingressou na Ordem dos Clérigos Regulares, na qual fez sua profissão religiosa em 1983. Estudou filosofia na Faculdade de Filosofia "Mosteiro de São Bento", em São Paulo e Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.

Foi ordenado sacerdote em 26 de janeiro de 1985. Em seguida, obteve licenciatura em Teologia pela Pontifícia Faculdade Teológica "Nossa Senhora da Assunção", na arquidiocese de São Paulo e uma licenciatura em Teologia Bíblica na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.

Desde 2010 é Conselheiro Geral, Presidente da Família e Comunidade Vida e Secular Chieti e procurador-geral da Ordem dos Clérigos Regulares da Santa Sé.

Fonte: Site da CNBB

BENTO XVI NOMEIA BISPOS PARA O BRASIL, NESTA QUARTA-FEIRA, DIA 04 DE MAIO DE 2011

O papa Bento XVI anunciou, nesta quarta-feira, 4, a nomeação do secretário geral da CNBB e bispo auxiliar do Rio de Janeiro, dom Dimas Lara Barbosa, novo arcebispo da arquidiocese de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Ele sucederá a dom Vitório Pavanello, 75, que teve seu pedido de renúncia aceito papa por causa da idade, conforme o cânon 401 § 1º.

Em saudação enviada ao povo de Campo Grande, dom Dimas se apresenta como um “irmão entre irmãos”.

“Venho até vocês como um irmão entre irmãos, com o firme propósito de dar o melhor de mim mesmo, para que todos possamos crescer no conhecimento e na vivência da Palavra de Deus e da Fé da Igreja”, disse.

Bento XVI nomeou também o assessor da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da CNBB, padre Wilson Angotti Filho, bispo auxiliar da arquidiocese de Belo Horizonte (MG).

“Desde o momento em que, nos primeiros dias de abril, recebi a notícia de que o Santo Padre Bento XVI me nomeava como bispo auxiliar de Belo Horizonte, sinto-me muito unido a essa Igreja, situada no coração das Minas Gerais; o meu coração já começou a bater em sintonia com o de vocês, partilhando alegrias, preocupações, assim como as esperanças que os animam”, disse padre Wilson em mensagem enviada ao povo da arquidiocese de Belo Horizonte.

Com a nomeação do padre Wilson, Belo Horizonte passa a ter três bispos auxiliares.
Bento XVI nomeou, ainda, o padre Julio Endi Akamine bispo auxiliar de São Paulo, atual Provincial da Sociedade do Apostolado Católico (SAC), em São Paulo, ou Palotinos como a Sociedade é conhecida.

“Agradeço ao Papa Bento XVI por ter acolhido o pedido de nomear mais um bispo auxiliar para São Paulo e convido toda a Arquidiocese a agradecer comigo a Deus pela nomeação de Pe. Júlio”, disse o arcebispo de São Paulo, cardeal Pedro Odilo Scherer.

A ordenação episcopal do padre Júlio será no dia 9 de julho, na catedral metropolitana de São Paulo. Ele será o sexto bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo.

Dom Dimas
O novo arcebispo de Campo Grande é mineiro de Boa Esperança. Nascido em 1º de abril de 1956, foi ordenado padre no dia 3 de dezembro de 1988. Nomeado bispo auxiliar do Rio de Janeiro, recebeu a ordenação episcopal no dia 6 de setembro de 2003. Quatro anos depois, em maio de 2007, foi eleito secretário geral da CNBB.

Antes de entrar para o seminário, dom Dimas fez Engenharia Eletrônica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP). Estudou filosofia no Instituto de Filosofia São Bento, em São Paulo, e teologia no Instituto de Teologia Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté (SP). Na Universidade Gregoriana de Roma, fez doutorado em Teologia Sistemática.


Padre Wilson
Paulista de Tumiritinga, padre Wilson nasceu no dia 5 de abril de 1958. Fez seus estudos de filosofia e teologia, respectivamente, no Seminário Diocesano de São Carlos e na Faculdade Pontifícia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo. Em Roma, na Universidade Gregoriana, fez mestrado em teologia dogmática.

Ordenado padre em 1982, exerceu inúmeras atividades na diocese de Jaboticabal, à qual pertence. Foi vigário paroquial nas Paróquias de São João Batista e Nossa Senhora Aparecida, de Bebedouro (SP), coordenador diocesano da Pastoral Vocacional, membro da Equipe de Formação do Seminário, membro do Conselho de Presbíteros e Colégio de Consultores, professor no Centro de Estudos da Arquidiocese de Ribeirão Preto, no Instituto de Teologia Nossa Senhora do Carmo, em Jaboticabal, e Instituto Superior de Teologia da Arquidiocese de Brasília, assessor diocesano da Catequese, coordenador diocesano de Pastoral, pároco em São Judas Tadeu, na cidade de Jaboticabal.

Desde 2007, padre Wilson é assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, da CNBB, e membro do Instituto Nacional de Pastoral (INP) e do Conselho Editorial das Edições CNBB.

Padre Júlio
Nascido em Garça (SP), no dia 30 de novembro de 1962, padre Júlio fez seus estudos de filosofia na Universidade Católica do Paraná, em Curitiba, e teologia no Studium Theologicum, também na capital paranaense. Ordenado padre no dia 4 de julho de 1988, padre Júlio fez mestrado e doutorado em Teologia Sistemática na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.

Padre Júlio foi vigário paroquial e, depois, pároco da paróquia Santo Antônio em Cambé; reitor do Seminário Maior Palotino, em Curitiba; assessor da Organização dos Seminários e Institutos Filosofófico-teológicos do Brasil (OSIB) no Regional Sul 2 da CNBB (Paraná), secretariado geral da SAC para a Formação; consultor local da Comunidade da Casa Geral, em Roma; diretor Espiritual do Seminário Maior Palotino, em Curitiba; reitor da Província São Paulo Apóstolo; professor de teologia no Studium Theologicum.

Fonte: Site da CNBB

domingo, 1 de maio de 2011

JOÃO PAULO II É BEATO

Beato João Paulo II, rogai por nós
Cidade do Vaticano, 1º mai (RV) – Mais de um milhão de pessoas participaram hoje da beatificação de João Paulo II, uma das maiores da história da Igreja. O evento histórico não tem precedentes, já que nos últimos mil anos nenhum papa proclamou seu antecessor como beato.

A celebração de hoje ganha destaque especial também por ser o Domingo da Divina Misericórdia, festa criada por João Paulo II, particularmente devoto e ligado à santa polonesa Faustina Kowalska, religiosa falecida em 1938 e canonizada pelo próprio João Paulo II em 30 de abril de 2000.

A data escolhida para a beatificação é a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia em 2005, celebrada anualmente no primeiro domingo depois da Páscoa.

Ao entrar na Praça de São Pedro, iluminada por um morno sol de primavera, o papa foi acolhido pela multidão que o saudou com carinho em sua passagem com o papa-móvel. A cerimônia começou com o pedido formal de beatificação pelo Cardeal Agostino Vallini, vigário-geral do papa para a Diocese de Roma, que leu também a biografia de João Paulo II. Ao seu lado, estava o postulador da causa, Mons. Sławomir Oder.

Em seguida, Bento XVI recitou a fórmula de beatificação em latim, fazendo o anúncio da data da festa litúrgica em 22 de outubro, (dia da primeira missa de seu pontificado) e foi descerrada uma grande foto que retrata Karol Wojtyla em 1995. A partir daquele momento, a Igreja católica ganhou um novo beato: o bem-aventurado João Paulo II.

Um interminável aplauso, comoção, lágrimas nos olhos de fiéis de todas as idades, cantos e abraços inundaram a Praça, que explodiu de alegria.

Irmã Tobiana, uma das mais próximas colaboradoras de João Paulo II, e Irmã Marie Simon Pierre, a religiosa francesa que recebeu a graça por sua intercessão e foi curada do mal de Parkinson, levaram as relíquias ao altar: uma pequena ampola contendo o sangue do beato João Paulo II. O caixão com os restos mortais de João Paulo II ficará exposto hoje para veneração, até o último devoto, na Basílica de São Pedro.

Fonte: Site da Rádio Vaticano

REFLEXÃO PARA O 2º DOMINGO DA PÁSCOA

Tomé toca a chaga do Senhor Ressuscitado
Cidade do Vaticano, 1º mai (RV) - A primeira leitura deste domingo nos relata a vida dos primeiros cristãos. Ela está estruturada sobre quatro colunas: o ensinamento dos apóstolos, a partilha dos bens, a partilha do pão ou Eucaristia e as orações em comum.

O ensinamento dos apóstolos ou catequese provocava nos discípulos uma mudança de vida. A fé na palavra de Deus, revelada por e em Jesus Cristo, agora era explicada pelos apóstolos, e os cristãos deixavam de ser simples cidadãos, para com suas vidas, testemunharem Jesus Cristo. Esse testemunho veremos concretamente nas outras três colunas.

Se acreditavam em Jesus Cristo, elas criam que Deus era Pai de todos e isso os levava a um sentimento de radical fraternidade, daí a partilha de bens, a renúncia à propriedade particular, onde tudo é, livremente, colocado em comum e distribuído de acordo com as necessidades pessoais. Com isso não existe mais pobres.

A partilha do pão celebrava a memória de Jesus que partilhou sua vida. Assim, se reuniram para realizar o gesto e o mandamento de Jesus: “Fazei isso em minha memória de mim”.
O Senhor estava presente no meio deles de modo eucarístico e era partilhado como alimento, como sustento para o dia a dia.

Finalmente a Comunidade também se reunia para louvar o Senhor e, certamente, rezar o Pai-Nosso.

O autor dos Atos nos fala ainda que esse estilo de vida simples, fraterno e temente a Deus, suscitava a adesão de outras pessoas a fazerem parte do grupo dos amigos de Jesus.

Peçamos ao Senhor que nossa vida de batizados, de homens e mulheres que crêem em Jesus, seja fiel à nossa profissão de fé.

Para isso vale que cada noite nossa consciência diante do Senhor nos diga até onde vivemos nossa fé, se fomos capazes de partilhar nossos bens, nosso tempo, nossa atenção, nossa capacidade de ajudar o outro.

A partilha do pão eucarístico da vida que é Jesus deverá refletir o meu dia, meu ato de partilhar os bens que geram vida, com aquele irmão ou irmã, aquele próximo que é carente deles.

Feliz Páscoa!

Fonte: Site da Rádio Vaticano